
Durante quatro dias (de 13 a 16 de Abril), o Pavilhão Multiusos vai acolher dezenas de empresários, estando a organização a tentar conseguir a participação de «referências internacionais» e «os mil melhores restaurantes nacionais», adiantou, por sua vez, o chanceler da CACB, Francisco de Almeida Lino. O certame será um espaço para negócios, sobretudo para a internacionalização, e decorrerá em dois períodos. Os primeiros dois dias serão exclusivamente dedicados aos contactos profissionais, ficando os restantes abertos ao público em geral. A organização espera contar com cerca de 70 expositores nesta primeira edição. Para além de uma mostra de azeites, o programa incluirá conferências, provas de azeite e de azeitona de mesa, concursos e exposição de material agrícola.
Tudo para mostrar as potencialidades dos produtos nacionais, e sobretudo da região, e incutir a ideia de que é preciso «exportar cá dentro». «Os consumidores têm que se sentar à mesa e provarem o que temos de melhor», disse Francisco de Almeida Lino. Uma sugestão partilhada por João Pereira, da APABI, para quem o azeite está na moda. «É um produto cada vez mais consumido», considerou, adiantando que os da Beira Interior – onde predomina a azeitona galega – têm tido uma crescente procura desde que passaram a ostentar a sigla de Denominação de Origem Protegida (DOP). O azeite da Cova da Beira começou a ser defendido em Outubro de 2004, quando nasceu uma confraria com o objectivo de o consolidar e promover no mercado mundial. Desde então, a CACB já realizou Festivais da Tibornia, a Academia do Azeite para investigação, a Rota dos Lagares e promoveu negociações com associações e empresários em Bruxelas. A juntar a isto está ainda a entronização de diversos confrades, entre os quais Hans Gert-Poettering, apontado como o próximo presidente do Parlamento Europeu e que poderá vir à Feira Nacional do Azeite.
Fonte : O Interior
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