10/03/06, sexta-feira
Teatro Aveirense (Sala Principal)
Festival Injazz 2006 - Concerto de Mário Laginha Trio , às 21:30

Haverá também "workshops", feiras do disco, exposições e concertos didácticos.
Programa : Mário Laginha Trio (dia 10) Hugo Alves Trio (dia 11) Orquestra de Jazz de Matosinhos+Lee Konitz (dia 17) Carlos Bica "Single"+João Paulo (dia 18)
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Figueira da Foz
19/03/06, domingo
Centro de Artes e Espectáculos
“Kodo - Tambores do Japão” , às 21:30

Desde tempos ancestrais que o taiko tem sido um símbolo de comunidade, servindo de elo de ligação entre os povos e os céus. O colectivo Kodo explora os inúmeros trilhos das artes de representação tradicionais, transportando esse grande legado para os tempos modernos, com a capacidade ímpar de transcender as barreiras de línguas e hábitos.
O nome “Kodo” assume dois significados, podendo representar em japonês tanto “tambor” como “criança”, transmitindo, assim, a ideia que norteia este projecto: tocar o taiki com um sentido puro, com o coração de uma criança. A palavra “Kodo” é também homónima de “batimento de coração”, a mais fundamental fonte de ritmo da humanidade, o primeiro som que uma criança ouve no ventre da mãe.
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Guarda
10/03/06, sexta-feira
Teatro Municipal da Guarda (no Grande Auditório)
The First Vegetable Vienna Orchestra, às 21:30

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18/03/06, sábado
Teatro Municipal da Guarda, na Galeria de Arte

Exposição de Sofia Areal
De 18 de Março [inauguração às 18h] a 16 de Abril_Galeria de Arte_14h às 23h_Entrada livre_Encerra à Segunda-feira
Sofia Areal apresenta, em 360º ao sol, 11 telas e 12 desenhos. Na obra de Sofia Areal, a definição dos universos plásticos opera-se sobretudo por via do suporte, não estabelecendo rupturas no domínio técnico, para além da exclusão do óleo nos trabalhos sobre papel. Desse modo, acrílicos, lápis-de-cor ou de cera, tinta-da-china, aguarela, grafite ou colagem são meios comuns, portadores da comunicação entre as linguagens mais praticadas pela autora. Em ambas as expressões é patente o equilíbrio compositivo criado numa intencionada e conseguida harmonia de cheios e vazios, opacidades e transparências, entrelaçamento e interpenetração de formas. Os lugares plásticos assim criados - servidos por uma paleta forte, de cores francas, dominada por negros, brancos, vermelhos e amarelos, que não escusam os contrastes abertos com os azuis, nem rejeitam a sua multiplicação nas cores secundárias – são espaços que denotam a luta dessa escrita do mundo, incessantemente refeita.
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Castelo Branco
Cine-Teatro Avenida
Exposição "Lápis Azul: Censura do Estado Novo"

A exposição apresenta dezenas de documentos ilustrativos do largo espectro da actuação censória que vigorou durante 48 anos, desde o golpe militar de 1926 até ao 25 de Abril.
A exposição está estruturada em núcleos, de forma a contemplar os diversos sectores da actividade informativa e cultural em que funcionaram os mecanismos censórios, desde a Imprensa à Música, passando pela Rádio, TV, Cinema e Teatro. A exposição vai estar patente ao público até 2 de Abril, na Sala da Nora do Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco, no seguinte horário: 3ª a domingo: 10h-13h e 13h-19h.
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Seia
18/03/06, sábado
Casa Municipal da Cultura
"Sucata Sisters - Sarrabulho" pela Companhia do Teatro Regional da Serra de Montemuro, às 21:00

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Viseu
10/03/06, sexta-feira
Hotel Montebelo, às 22:00
Apresentação da obra "Terceiro Livro de Crónicas" da autoria de António Lobo Antunes que conta com a participação do escritor.
A organização está a cargo do Hotel Montebelo e da Livraria Pretexto.
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11/03/06, sábado
Teatro Viriato, às 21:00
Clímax 7273 (Suíça/França)

Entre a dança e o clímax a caminho do absoluto
Um homem dança em placo. A dança é como uma secreção natural, simultaneamente orgânica e elaborada. A companhia rompe aqui com a sua maneira "desconcertada" e parece ter decidido produzir uma dança identificável, animadora e previsível.
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