
O Nobel rezou na Sinagoga, conheceu o novo cemitério e visitou o Museu Judaico onde mostrou grande interesse pelos documentos e achados arqueológicos ali existentes. Mas, sobretudo, pela história dos judeus em Portugal. Ainda em Belmonte, fez questão de conhecer as façanhas históricas de Pedro Álvares Cabral, e visitou o castelo. O frio matinal não o impediu de tirar abundantes fotos e fazer mil perguntas, enquanto cumprimentava pelas ruas alguns membros da comunidade judaica.

Impressionado com almoço Kosher
A convite do Hotel Turismo da Covilhã, Aaron Ciechanover e a sua comitiva, que incluía vários professores universitários, tiveram ainda um almoço kosher, ou seja, uma refeição confeccionada segundo as regras da tradição judaica. Impressionado, disse: “Uma verdadeira surpresa. Não se encontram restaurantes preparados paras estas exigências. Quando andamos em viagem temos muita dificuldade”.
Helena Brancal do hotel esclarece que “as tradições religiosas são muito rigorosas, no tratamento dos alimentos, nas formas de os confeccionar, assim como em todos os rituais. Mas gostamos de aceitar desafio".
A Adega Cooperativa da Covilhã associou-se ao almoço, com uma prova de vinhos kosher. A comitiva saboreou ainda compotas e marmeladas kosher e azeite. Uma dinâmica em torno da cultura judaica que deixou Aaron Ciechanover surpreendido, o que o levou a prometer divulgar a região e contar a forma como foi recebido. “Houve uma certa magia nesta visita”, concluíu sorrindo.
Fonte: Kaminhos
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