Este blog pretende ser o espaço de afirmação da cultura turística do Centro de Portugal. Abertos à inovação e conscientes da importância da competitividade turística, este é um espaço onde pode encontrar informações sobre a actividade da Agência Regional de Promoção Turística do Centro de Portugal.
Mas porque é inquestionável o valor da informação, este é um espaço de trabalho de e para todos.
Participe.
A Câmara Municipal de Castelo Branco promove, na segunda e terça-feira, dias 17 e 18 de Outubro, o Congresso Internacional de Homenagem aos 500 anos do Nascimento do Médico Judeu João Rodrigues de Castelo Branco.
O Congresso Amato Lusitano – A Memória e o Tempo contará com a presença do Embaixador do Estado de Israel em Portugal e da Embaixatriz dos Estados Unidos da América, dos representantes das Comunidades Judaicas em Portugal e do Presidente da Associação Portuguesa de Estudos Judaicos. Durante este dois dias, Castelo Branco acolherá especialistas das mais distintas áreas como Arqueologia, Medicina, História e Arquitectura que aprofundarão o conhecimento da vida e obra de Amato Lusitano e os vestígios materias e imateriais de Judaísmo, Cripto-Judaísmo e Cristãos Novos nos séculos XVI e XVII.
O Fado é a canção de um povo, de uma alma, de uma história...
Ao longo de todas as tristezas e alegrias de um país, de uma vida, o Fado cantou saudades, evocou desejos, criticou pensamentos e embelezou Portugal com uma cultura única. Desta forma, o Fado não podia deixar de estar presente nos tempos primos da República, acompanhando a mensagem da mesma.
Este espectáculo procura recriar Fados e poemas situados na queda da Monarquia, fazendo um enquadramento histórico e cultural. Traz, assim, aos nossos dias a voz dos poetas que marcaram uma época acompanhados com uma linguagem musical portuguesa, orgânica, mas moderna, mostrando assim os caminhos que a República abriu, quer a nível de mentalidades, de vivências e de paixões.
Inconfundível, Júlio Pereira supera-se a cada novo projecto. Grande responsável, com discos marcantes, pela revitalização dos cordofones tradicionais portugueses, sempre os submeteu à frescura de novas soluções acústicas.
O último álbum “Geografias”, distribuído em Portugal com edição Iplay e em Espanha edição Resistência, marca o reencontro de Júlio Pereira com o virtuosismo do músico que, num passado ainda recente, revolucionou o panorama da música instrumental portuguesa, nomeadamente com Cavaquinho, Braguesa e O Meu Bandolim.
Neste concerto, com o acompanhamento de Miguel Veras (viola) e Sofia Vitória (voz e teclados), o multi-instrumentista volta a trazer para a ribalta os instrumentos tradicionais de cordas e leva-os a percorrer latitudes menos comuns à música portuguesa parece condensar todo o património estético de trinta anos de carreira. Ao centro, um bandolim e o seu tocador. À volta, o pulsar contemporâneo da diversidade, eterna ousadia de um músico generoso e genial. Às portas do lançamento do seu próximo projecto, o concerto de Júlio assinala a maturidade da tournée “Geografias”.
Um espectáculo de moda japonesa coordenado por Hiroko Kageyama. Uma excelente oportunidade para conhecer a cultura nipónica através da exuberância e originalidade de um desfile de moda exclusivo em Portugal.
Este espectáculo irá decorrer no próximo dia 8, pelas 21:30, no Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco. A não peder!
O conhecido museu da cidade de Castelo Branco apresentou uma colcha no bordado tradicional, que também serve de imagem a um relógio que pode ser adquirido em todo o país.
A tradição e a inovação no bordado de Castelo Branco deram as mãos para comemorar o I Centenário do Museu de Francisco Tavares Proença Júnior (MFTPJ), que se assinala a 17 de Abril e que contará com a presença da ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas.
O relógio Bordado de Castelo Branco, o 21.º da colecção, está à venda desde 7 de Abril em 400 estações de correio, onde vai ser o destaque do Dia da Mãe, mas também em lojas de artesanato e alguns museus, com um preço recomendado de venda ao público de 25 euros.
Stacey Kent actua hoje no Cine-Teatro Avenida em Castelo Branco
"Tem um charme que queima, tem um sorriso capaz de nos dar esperança em Fevereiro e canta como ninguém." Estas palavras do "Wall Street Journal" referem-se a Stacey Kent. A norte-americana que (se) encantou (pel)o jazz e está hoje em no Cine-Teatro de Castelo Branco.
Dos bailados do grande reportório clássico, O QUEBRA NOZES é dos que mais interesse desperta no grande público, até por se tratar de um tema destinado a crianças e a ser apresentado na época natalícia.
O mundo sagrado do Tibete está cheio de cânticos de textos Budistas, a recitação de mantras, o tocar de sinos e pratos, o soprar de trombetas e o bater de tambores. Os monges do Mosteiro de Tashi Lhunpo, agora sedeado no sul da Índia, trazem-nos uma riquíssima amostra que ilustra bem a grande variedade de sons e danças da tradição budista tibetana. Este é um espectáculo único que nos apresenta muito mais do que música e dança. Trata-se de uma oportunidade de entrar num universo sem paralelo, através de alguns dos seus mais devotos protagonistas. No Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco, dia 29 de Outubro, quinta-feira, às 21h30.
Bilhetes a 10 euro já à venda. Descontos de 20% para menores de 25, maiores de 65 e estudantes. Horário da Bilheteira: 10 - 13h e 15-19h
Integral dos Quartetos de Cordas de Joseph Haydn (1732-1809)
Quarteto Lacerda
28 de Setembro | 21h30 | Governo Civil de Castelo Branco
Dur. Aproximada: 1h20 com intervalo
A. Sinopse reduzida
Projecto Haydn 2009
O quarteto de cordas foi um campo de exploração musical e de expressão pessoal onde se condensou a essência do espírito da era clássica. Haydn libertou-o das suas origens como divertimento e revelou-lhe o potencial dialogante, capaz de influenciar o rumo da história da música; por isso o epíteto de “pai do quarteto de cordas” não podia ser mais merecido. Evocando os duzentos anos da morte de Haydn, a Antena 2 promove ao longo de 2009 a audição integral dos 76 quartetos que Haydn compôs ao longo de quatro décadas.
O Quarteto Lacerda, um dos principais quartetos de cordas portugueses, subirá ao palco para interpretar 11 dos 22 concertos que irão percorrer outras tantas cidades de todo o país.
QUARTETO LACERDA
Alexander Stewart, violino I
Marcos Lázaro, violino II
Paul Wakabayashi, viola
Luís André Ferreira, violoncelo
PROGRAMA
Quarteto em dó maior, Op.1 Nº6
Quarteto em sol maior, Op.17 Nº5
- Intervalo –
Quarteto em si bemol maior, Op.50 Nº1
B. Sinopse longa
Projecto Haydn 2009
O quarteto de cordas foi um campo de exploração musical e de expressão pessoal onde se condensou a essência do espírito da era clássica. Haydn libertou-o das suas origens como divertimento e revelou-lhe o potencial dialogante, capaz de influenciar o rumo da história da música; por isso o epíteto de “pai do quarteto de cordas” não podia ser mais merecido.
Os quartetos de Haydn nasceram em berço aristocrático mas destinavam-se a um número crescente de apreciadores da música de câmara de toda a Europa e a um florescente mercado editorial; foram por isso um veículo de democratização musical, num quadro mais intimista que o das sinfonias.
Evocando os duzentos anos da morte de Haydn, a Antena 2 promove ao longo de 2009 a audição integral dos 76 quartetos que Haydn compôs ao longo de quatro décadas; um total de 22 concertos que percorre outras tantas cidades de todo o país.
Quarteto Lacerda
Fundado em 1990, o Quarteto Lacerda é um dos principais quartetos de cordas portugueses. Além do grande reportório, com especial ênfase em Haydn, Mozart e Beethoven, o grupo dedica muita da sua atenção a obras-primas do reportório português, nomeadamente de Viana da Mota, Luís de Freitas Branco, Francisco de Lacerda e João Pedro Oliveira. Tem actuado nos principais festivais e salas do país, bem como em Espanha, Inglaterra, França e Itália.
Durante 2009, o Quarteto Lacerda vai participar num projecto único que consiste em tocar metade da integral dos quartetos de Haydn no âmbito da evocação dos 200 anos da morte do compositor em concertos transmitidos pela Antena 2.
Novo troço descoberto perto do miradouro de S. Gens
A Câmara de Castelo Branco acaba de descobrir mais um troço significativo da muralha da cidade, junto ao Miradouro. Entretanto, os trabalhos de arqueologia desenvolvidos naquela zona histórica já demonstraram que aquele local já era ocupado há mais de mil anos.
Um troço de muralha do castelo da cidade foi agora descoberto junto ao Miradouro de S. Gens. Os trabalhos de limpeza nos terrenos anexos ao miradouro e adquiridos pela autarquia, colocaram a nú parte da muralha do castelo, a qual é bem visível a partir do chafariz da mina.
Mil anos de história
Os trabalhos de sondagens arqueológicas efectuados naquela zona, dividem-se por duas áreas. A primeira situa-se junto à Igreja de Santa Maria do Castelo. A segundo perto do Miradouro de S. Gens, junto ao local onde vai ser construída uma nova entrada pedonal para aquele espaço. José António Pereira e Rosa Mateus, da Novarqueologia, são os arqueólogos responsáveis pelos trabalhos, os quais contam com o apoio da arqueóloga da autarquia, Silvia Moreira. “Das sondagens feitas junto à Igreja verifica-se que este espaço é ocupado há mais de mil anos” referem.
As escavações demonstraram que a Igreja primitiva, então aí existente, data do século XII ou XIII, quando o castelo foi consignado aos templários. Os estudos comprovaram ainda aquilo que a bibliografia já afirmava sobre como aqui se vivia. “Junto a uma das torres do castelo existia o chamado Palácio dos Comendadores, o qual tinha um acesso privilegiado à Igreja. E esse acesso foi agora descoberto”, referem.
Todo o espólio encontrado vai agora ser inventariado e guardado no Museu do Canteiro, em Alcains. Mas dada a quantidade de material descoberto há quem defenda a criação de um pólo museológico do castelo.
No dia 9 de Dezembro de 2007, pelas 21h30, o Cine-Teatro Avenida recebe um espectáculo de música e dança tradicional da Rússia pelo Coro, Ballet e Orquestra do Exército Russo de São Petersburgo, numa organização da Câmara Municipal de Castelo Branco e da produtora espanhola Euroconcert.
Em palco vão estar cerca de uma centena de artistas, naquela que é uma das mais significativas representações do folclore, arte vocal e coreográfica da Rússia, considerado já um clássico natalício, e que recria uma viagem à Rússia Ancestral e aos seus costumes e tradições.
Os ingressos podem já ser adquiridos na Bilheteira do Cine-Teatro Avenida entre as 17h00 e as 20h00. No dia do espectáculo, o horário prolonga-se até às 21h15.
Os bilhetes custam 26 euros para a plateia e 22 euros para o balcão.
A exposição "Elementos da Natureza - Fotografia de Paisagem" junta trabalhos de 14 fotógrafos e é organizada por Pedro Gonçalves, aluno da Escola Tecnológica e Profissional Albicastrense.
Patente até 4 de Maio, a mostra é organizada por Pedro Gonçalves, aluno da Escola Tecnológica e Profissional Albicastrense, que também apresenta trabalhos seus. Dividida pela delegação do IPJ, Cyber Centro de Castelo Branco e Foyer do Cine-Teatro Avenida, o conjunto tem fotografias de vários fotógrafos da região e do País: Carlos Matos, Fernando Correa, Francisco Pinto, Henrique Trindade, Ivo Vladimiro, Joaquim Chitas, José Costa, José C. Nero, Luís Henriques, Manuel L. Cochofel, Miguel Mealha, Nanã Sousa Dias e Valter Bartolo.O Elemento comum a todas é a ausência de côr.
“Com esta iniciativa, que se insere na sua prova de aptidão profissional, o autor pretende desenvolver nos jovens, e público em geral, o gosto pela fotografia e demonstrar que a preto e branco se podem fazer verdadeiras obras primas na arte de bem fotografar o elemento natureza”, refere uma nota do IPJ, que recomenda uma visita à exposição.
“Destaco o trabalho do jovem Pedro Gonçalves ao conseguir reunir, num evento desta natureza, 14 fotógrafos. Para quem gosta, ou não, de fotografia aconselho a visitarem esta exposição tripartida e conviverem com a arte de bem fotografa a natureza a preto e branco”, defende o delegado regional do IPJ, Miguel Nascimento.
“Elementos da Natureza – Fotografia de Paisagem” pode ainda ser acompanhada no blog.
O presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, Joaquim Morão, acaba de anunciar que as obras previstas no Programa Polis de Castelo Branco deverão estar concluídas em 2008 e que em Abril próximo, a nova biblioteca municipal «estará devidamente arrumada e equipada» para que seja inaugurada. A nova infra-estrutura cultural no centro da cidade, na encosta sul do antigo quartel da Devesa, está a receber equipamentos e em acabamentos ao nível do piso térreo, caracterizada pelo edil como um «excelente equipamento» e «ponto de atracção cultural e educacional». O edifício irá abrir sem que os arranjos exteriores - que incluem uma praça arborizada, com uma cascata - estejam executados, trabalhos que a autarquia pretende ver concluídos ainda em 2007. "A biblioteca está pronta, temos de a abrir. Não podemos estar à espera da envolvente", disse o presidente da Câmara. Entretanto, o parque de estacionamento do túnel sul, já concluído mas fechado ao público e situado nas traseiras da nova biblioteca, só será aberto quando estiverem concluídas as obras na envolvente do edifício. No verão do ano passado, com a dissolução da Sociedade Polis de Castelo Branco, as obras em falta foram assumidas pela autarquia, que garante a sua conclusão até 2008. "Vão ficar concluídas até 2008. Temos fundos comunitários e temos de cumprir", asseverou Joaquim Morão.
Segundo o autarca, durante a próxima semana será lançado o concurso de requalificação da praça Postiguinho de Valadares, na zona histórica de Castelo Branco, que prevê a requalificação do espaço à superfície e construção de um parque de estacionamento subterrâneo. O edifício da Portugal Telecom (PT) ali situado - que esteve para ser demolido - vai afinal manter-se, desaparecendo os prédios em redor, com consequente diminuição da volumetria de construção na praça. "Vamos cortar uma série de coisas, o principal fica, os outros caem", explicou o autarca do PS.
Entre as obras assumidas pela autarquia contam-se arequalificação do miradouro do Castelo - a concurso, mas ainda não adjudicada - e o projecto urbano doPasseio da Muralha, que passa pela transformação do espaço numa alameda com tratamento ao nível dos pavimentos, construção de pontos de água, zonas verdes, instalação de mobiliário e iluminação cénica.
Outras incluem a construção de um Centro de Interpretação e Casa de Chá no Jardim do Paço, o Centro Lúdico do Parque da Cidadee o restabelecimento da ligação pedonalentre aqueles dois espaços.
As intervenções incluídas no Programa Polis já concluídas incluem a recuperação do Solar dos Cavaleiros para instalação do Museu Cargaleiro, a requalificação do Jardim do Paço, ex-libris de Castelo Branco, o Centro Cívico - popularmente conhecido como "Docas" - os túneis rodoviários norte e sul e respectivos parques de estacionamento e a zona do largo da Sé. Em construção está a praça Académica, situada nas traseiras do Arquivo Distrital, no centro histórico de Castelo Branco, e o Centro de Monotorização e Interpretação Ambiental, junto ao Governo Civil.
Já o futuro Centro de Arte Contemporânea (CAC), a edificar entre o Cine-Teatro Avenida e o antigo quartel da Devesa, na zona de intervenção do Polis, mas não integrado naquele plano, deverá receber verbas do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) e estar concluído em 2009. O CAC, uma obra de cerca de seis milhões de euros, inclui um auditório para música de câmara e uma pista de patinagem no gelo.