terça-feira, 12 de dezembro de 2006

16/12 - Inauguração do restaurante “Petiscos & Granitos” em Monsanto

Novo conceito de restauração surge em Monsanto

A aldeia histórica de Monsanto, concelho de Idanha-a-Nova, vai possuir o primeiro geo-restaurante existente em toda a Europa. A inauguração oficial de “Petiscos & Granitos” irá decorrer no próximo dia 16 de Dezembro, pelas 20:00.

Durante essa noite, “Petiscos & Granitos” recebe no forno comunitário de Monsanto o jantar de encerramento do programa de actividades do Gabinete de Turismo de Idanha-a-Nova, que se assinala com a cerimónia da entrega do “Prémio Turismo de Natureza 2006”. Entre muitas surpresas que acontecerão no decorrer desta cerimónia, destaca-se o lançamento da nova t-shirt “Turismo de Natureza” para o ano de 2007. As inscrições estão abertas para todos os interessados e podem ser efectuadas através da página http://www.cm-idanhanova.pt/ ou no Gabinete de Turismo da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova.

A aposta de João Soares e São Salgueiro num geo-restaurante surge com a integração do Geopark Naturtejo da Meseta Meridional na Rede Europeia e Global de Geoparques da UNESCO.

Segundo explicam os dois empresários locais, “Petiscos & Granitos” surgiu porque “ esta magnífica região foi integrada na Rede Europeia de Geoparques da UNESCO e para nós é um desafio criar um restaurante que correspondesse aos critérios de excelência e inovação propostos pelo Geopark Naturtejo da Meseta Meridional, através de uma conjugação de ideias e de uma paixão partilhada pela nossa Terra”.

Este novo conceito de restauração alia a oferta de produtos regionais e da gastronomia tradicional portuguesa a uma estratégia pedagógica que promove o património geológico português. “O facto de nos situarmos num dos monumentos naturais mais carismáticos do Geopark Naturtejo, o inselberg granítico de Monsanto, incentiva-nos à sensibilização e descodificação da História Natural e da cultura monsantinas no contexto de Portugal”, refere São Salgueiro.

A originalidade deste novo espaço é invocada na sua arquitectura tradicional desenvolvida entre gigantescas bolas de granito, que lhe servem de paredes e mesmo de telhado, como acontece na “Gruta de Santo Amador”, uma das duas salas temáticas do restaurante.

A esplanada “Mons Sanctus” completa este geo-restaurante, situado em pleno centro histórico, de onde se avistam deslumbrantes perspectivas que alcançam a Serra da Estrela.

No “Petiscos & Granitos”, a “geo-ementa” é dinâmica e acompanha o calendário gastronómico do concelho de Idanha-a-Nova, apelando à forte relação da gastronomia portuguesa com a diversidade geográfica do país.

Segundo o João Soares “este município promove um calendário anual de festivais de gastronomia, como o da Badana, no Rosmaninhal, e o das Sopas, em Proença-a-Velha, que têm atraído muitas centenas de pessoas a esta região em busca das suas especificidades culturais”. O empresário acrescenta que “a nossa estratégia pretende acompanhar estas iniciativas e as que também se desenvolvem no Pólo da Gastronomia de Monsanto, oferecendo a possibilidade a quem nos visita de provar os melhores e mais genuínos sabores que caracterizam a Raia”.

O dinamismo do novo geo-restaurante vai para além da ementa. Com o apoio do Geopark Naturtejo, promove-se desde já, naquele espaço, a original exposição intitulada “Pedras Rolantes/The Rolling Stones show - A História Geológica de Portugal contada pelas Rochas” e, em breve, haverá mostras fotográficas temáticas sobre o Geopark, as suas paisagens e as suas rochas.

O “Petiscos & Granitos” terá ainda um conjunto anual de iniciativas que promete dinamizar os dias e as noites de Monsanto. “Não queremos um restaurante remetido às suas paredes e este novo conceito transpõe barreiras espaciais ou geográficas, podendo deslocar-se até onde o cliente o deseje”, comenta João Pedro Soares, associado deste novo projecto.
Fonte: Naturtejo

Até 22/12 - Exposição "Caixa da Memória" no Museu Marítimo de Ílhavo


Fonte: Museu Marítimo de Ílhavo
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segunda-feira, 11 de dezembro de 2006

16/12 - Inauguração da Moagem - Cidade do Engenho e das Artes


A Câmara do Fundão confirmou ontem, através de convite oficial, a inauguração da “Moagem - Cidade do Engenho e das Artes”, pelo Presidente da República, Cavaco Silva.
A presença de Cavaco Silva já tinha sido anunciada pelo presidente da autarquia, Manuel Frexes, e é assim confirmada. A cerimónia está marcada para dia 16 de Dezembro. A chegada do Presidente da República está marcada para as 11:00 na Praça do Município, seguindo-se, meia-hora depois, a inauguração da Moagem. Para as 11:45, está agendada a sessão solene de recepção a Cavaco Silva, com o espectáculo “A Linhar” e um momento poético por Nuno Miguel Henriques. Será ainda feito o descerramento de uma placa alusiva aos 30 Anos do Poder Local Democrático em Portugal e uma visita às instalações, seguida de almoço-convívio.
O espaço “Moagem - Cidade do Engenho e das Artes” é o novo centro cultural do Fundão, criado a partir da recuperação da antiga casa da moagem da cidade. Já foi utilizado no início de Outubro para o festival de curtas-metragens Imago 2006.
Fonte: Diário XXI -a 30/11
Imagem extraída do site da Câmara Municipal do Fundão

14/12 - I Encontro Anual da Universidade de Coimbra com Agentes e Promotores de Turismo em Portugal


Ser capaz de se mostrar a cada momento uma instituição aberta ao mundo e com ele dialogante faz parte da missão da Universidade de Coimbra, âmbito no qual esperamos ser possível o estabelecimento de parcerias futuras de interesse comum.

Sendo uma instituição histórica e com características únicas, actualmente candidata a Património Mundial da UNESCO, a Universidade é uma casa de saber e de cultura multifacetada.

Dentro desta lógica, a Universidade de Coimbra tem vindo a trabalhar na diversificação da oferta turística, de que são exemplos a abertura da Prisão Académica e do Museu da Ciência, em 2006 e da Torre, em 2007, apostando igualmente no reforço do merchandising disponível na nova Loja da UC, procurando satisfazer cada vez mais o público que nos quer conhecer.

Numa tentativa permanente de melhorar a qualidade dos serviços prestados na área do Turismo, e de promover o diálogo com quem nos visita, vimos convidar V. Exª e colaboradores para participar no I Encontro Anual da Universidade de Coimbra com Agentes e Promotores de Turismo em Portugal, que terá lugar no próximo dia 14 de Dezembro, começando os trabalhos às 11 horas.
O Pró-Reitor
Pedro Saraiva
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14/12 - Tertúlia no Hotel Moliceiro

A última tertúlia do ano do Hotel Moliceiro é subordinada ao tema: “O Natal: o material e o espiritual”, contando para tal com a presença de D. António Marcelino que irá conduzir o debate em torno do verdadeiro sentido da época natalícia.

Realiza-se no dia 14 de Dezembro, pelas 21:30, com o apoio habitual das Caves O Solar S. Domingos.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2006

07/12 - Inauguração da Exposição de Pintura e Poesia "A cor das palavras" na Galeria do Paço da Cultura na Guarda

Hoje, pelas 18:00, vai decorrer a inauguração da exposição de pintura e poesia "A cor das Palavras".

Com Pintura de Artur Oliveira e Poesia de Ricardo Oliveira, esta exposição estará patente ao público na Galeria do Paço da Cultura da Guarda, entre 7 e 30 de Dezembro de 2006, de Segunda a Sábado das 14:00 às 20:00 horas.

A exposição “A Cor das Palavras” conta com duas linguagens artísticas. Cada obra é constituída por uma pintura e por um poema e, por isso, deve ser entendida no seu todo e não numa leitura isolada de cada uma das artes que a compõem. Simbolicamente, os artistas pretendem representar um mundo em que cada ser vive ensimesmado e cada saber rebusca em solilóquio, apresentando uma solução de diálogo para a humanidade. O conceito que preside, então, à criação artística será a universalidade que assiste a cada ser humano.
No entanto, a amostra não se esgota neste tema. Ao longo da exposição, o espectador é convidado a reflectir sobre a sua condição de homem, sobre o sentido da sua vida e a finalidade da mesma, ainda terá a oportunidade de pensar acerca da estrutura social, a distribuição da riqueza, a opressão e a divisão do poder. Todos estes temas são abordados de forma directa, ainda que encobertos pela metáfora, para que o espectador possa procurar a verdade ou verdades na sua consciência.

“A Cor das Palavras” é um jogo conceptual em que o espectador vai destapando a intenção crítica dos autores, os quais usam da ironia na observação e análise da realidade, pelo que é uma constante e divertida descoberta.

Ao nível técnico, os quadros apresentam dois planos, sendo o primeiro figurativo, em que o pintor esboça, em traço expressionista, a realidade circunstancial que a obra trata, e o segundo surge, rasgando a tela, em acto de metáfora revoltada, pintado a traço preciso, marcando uma antítese. Os poemas são escritos em versos soltos, propiciando ao poeta uma maior liberdade temática e possibilidade irónica.

Merece ainda destaque que nenhum dos artistas está vinculado, ou alguma vez frequentou uma escola artística, sendo, por isso, a sua criação totalmente livre e desprovida de correntes artísticas, concluindo-se que há um perfume a liberdade que preenche a sala de exposições de “A Cor das Palavras”.

Leia mais no site da Câmara Municipal da Guarda

09/12/06 - 29/04/07 - "Hereditas" de Vasco Araújo no Museu do Caramulo

Fonte: Museu do Caramulo

quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

09/12 - Palestra "Épicas do mar português e da grande pesca" no Museu Marítimo de Ílhavo

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Fonte: Museu Marítimo de Ílhavo

08 - 10/12 - 1ª Edição da Arte Covilhã

O pavilhão da Associação Nacional dos Industriais de Lanifícios (ANIL), na Covilhã, vai-transformar-se numa enorme galeria de arte. A primeira edição da Arte Covilhã decorre de 8 a 10 de Dezembro e conta com a participação de mais de 120 criadores, na sua maioria da região, e de três galerias de arte, com obras de pintores e escultores de renome nacional e internacional. Tudo num fim-de-semana comprido, com propostas acessíveis a todas as "bolsas". A entrada é gratuita.
«É um conceito inovador na Beira Interior que permite reunir num único espaço os vários criadores de arte da região», adianta Margarida Silva, do departamento de exposições da ANIL, que promove o evento. «As feiras que por cá se fazem habitualmente são mais direccionadas para o artesanato, mas desta vez vamos apostar na arte contemporânea», acrescenta. No certame vão estar representadas trabalhos de pintura, escultura, fotografia e escrita, «proporcionando aos visitantes a oportunidade de admirar as diferentes formas e estilos de arte, bem como a possibilidade de adquirir as obras em exposição», refere. Valorizar a arte e os seus criadores, promover e divulgar os artistas das Beiras e o seu trabalho a nível regional e nacional ou dar a conhecer ao público em geral a riqueza artística do interior do país são alguns dos objectivos desta feira inédita na região.
A Arte Covilhã conta com a participação de mais de 120 participantes, na sua maioria naturais da região, como Carlos Adaixo, Pedro Figueiredo, Gracinda Costa (Guarda), Filomena Rodrigues (Seia), Francisco Amaro (Fundão), Jorge Almeida (Covilhã), Júlio Pereira (Castelo Branco) ou José Santos (Alcaria), entre outros.

Por outro lado, está assegurada a presença de três galerias de arte que apresentarão obras de pintores e escultores de renome nacional e internacional. Para incentivar a formação de novos criadores, integrado neste certame irá funcionar o espaço "Jovens Artistas", onde os alunos das diferentes escolas do concelho da Covilhã vão apresentar os seus trabalhos e dar asas à sua criatividade. O mesmo desafio será lançado aos visitantes, que poderão desenvolver trabalhos. «E, quem sabe, podem ser descobertos novos talentos», espera a responsável.
Esta exposição foi inspirada na Arte Lisboa, que já vai na sexta edição, confessa Margarida Silva. No entanto, o certame da capital, que decorre anualmente na FIL, agrupa galerias cuja actividade está orientada para a promoção e divulgação da arte contemporânea. «Aqui, os criadores também foram convidados», distingue, mas no próximo ano poderá funcionar «de outra forma», confessa. O evento tem ainda uma componente solidária, já que a ANIL ofereceu a Helena Silva (a mãe do "Menino Azul", que se tem dedicado à pintura como forma de conseguir meios para adquirir os medicamentos necessários ao tratamento do filho) e Cláudio João (que sofre de uma doença grave, mas tem um enorme talento para pintar) a oportunidade de exporem e venderem os seus quadros. O certame está aberto das 15 às 23 horas (nos dias 8 e 9) e das 15 às 19 horas, no último dia.
Fonte : O Interior

terça-feira, 5 de dezembro de 2006

06 – 13/12 - No Centro da Cultura

Aveiro

06/12, quarta-feira

Teatro Aveirense, às 21:30

Concerto A Naifa

Uma sonoridade original, moderna e ao mesmo tempo mergulhada na tradição de Portugal, que se traduz numa música intimista em que a identidade portuguesa é reforçada pelos poemas, sempre de autores contemporâneos nacionais. O grupo, constituído por Luis Varatojo (guitarra portuguesa), João Aguardela (baixo), Paulo Martins (bateria) e Maria Antónia Mendes (voz), editou o primeiro álbum em 2004. O trabalho foi muito bem recebido pela crítica especializada e pelo público que, teve a oportunidade de ver o grupo ao vivo em cerca de sessenta espectáculos em teatros, auditórios e festivais por todo o país. O regresso aos discos em 2006 confirmou a forte personalidade d’A Naifa e a existência de um público que sente esta música como sendo sua. "3 minutos antes de a maré encher" mostra uma Naifa afiada, capaz de continuar a cortar com o preconceito que, por um lado tem confinado a música portuguesa às prateleiras dos museus e por outro, a tem obrigado a uma aculturação e uma subserviência total aos modelos anglo americanos.

Ficha Artística:

João Aguardela - baixo
Maria Antónia Mendes - voz
Luís Varatojo - guitarra portuguesa

09/12, sábado
Teatro Aveirense, às 15:30


A menina do mar

Era uma vez uma menina que vivia no mar e sonhava saber como era a terra… Era uma vez um menino que vivia na terra e sonhava saber como era o mar… A “Menina do Mar” é uma história que cheira a maresia…e a magia! Num concerto encenado, a partir do conto de Sophia de Mello Breyner e com música de Fernando Lopes-Graça, vamos entrar no mundo de sonho e fantasia da “Menina do Mar”. A música e as palavras entrecruzam-se… A “Menina do Mar” é um apelo a sensações visuais tácteis e auditivas, das quais emerge a realidade criada pelas palavras poéticas e claras, límpidas como a água…
A interpretação musical estará cargo da Orquestra Filarmonia das Beiras, com a direcção do Maestro Rui Pinheiro, que nos irá envolver numa história de amizade e sonhos, protagonizada pela actriz Isabel Leitão.

Sessões às 15:30 nos dias 9, 10, 16 e 17
Sessões às 17:00 nos dias 10 e 17
Sessões às 10:00 e 11:30 nos dias 13, 14 e 15 para Público Escolar (Esgotado)

13/12, quarta-feira
Teatro Aveirense, às 21:30

“Debaixo da cidade”, Gonçalo Tavares

Alguém ou algo está debaixo de um espaço. Debaixo da cidade é o título. Poderá ser debaixo da cidade ou debaixo simplesmente de uma casa. O certo é que alguém ou algo fugiu ou se afastou. Alguém que receia as acções e os acontecimentos. Alguém que receia os próprios objectos e ainda os acontecimentos que podem resultar do cruzamento de um corpo com esses objectos. Depois, subitamente, alguém entra. Lá em cima, algo acontece. E os acontecimentos são perigosos. É necessário continuar a fugir.

Coimbra

06/12, quarta-feira
Teatro Académico Gil Vicente, às 21:30


Wim Mertens Duo
Depois da bem sucedida tour do ano passado, Wim Mertens volta a Portugal para uma digressão, que inclui várias cidades do País.Esta tournée celebra os seus 25 anos de carreira e coincide com a apresentação do seu novo álbum “partes extra partes”, o quinquagésimo da sua longa carreira.De origem Belga, Wim Mertens lançou o seu primeiro disco, "For Amusement Only", em 1980, e até hoje editou cerca de 50 álbuns, para além da sua participação em projectos de cinema e de teatro. São da sua autoria as bandas sonoras de "As cólicas de um Arquitecto", de Peter Greenaway, ou "Je pense à vous", de Luc e Jean Pierre Dardenne. Músico e compositor minimalista, Wim Mertens é um artista internacional com um percurso que inclui inúmeros concertos, a solo e com o seu ensemble, por toda a Europa, América do Norte e do Sul e Japão.

Voz e piano - Wim Mertens
Violino - Gudrun Vercampt
Produção - Magic Music

08 e 09/12, sexta-feira e sábado
Teatro Académico Gil Vicente, às 21:30


ESTREIA ABSOLUTA – Produção TEUC

Hamlets

Enigmático, filósofo, vingador, amante e – talvez – louco, Hamlet na sua duplicidade moral/impulso, questiona o cosmos enquanto testa o homem que matou seu pai e casou com sua mãe no “estado podre da Dinamarca”.A tragédia de Hamlet em espiral onírica ritualizada; utilizando um aparato cenográfico minimalista, centrando no trabalho de actor a essência da teatralidade.
Partindo da vontade de um grupo de actores em vivenciar as acções/sentimentos/emoções subjacentes ao texto clássico escrito por Shakespeare há quatro séculos atrás, procuramos uma reflexão contemporânea sobre a esperança e coragem no fazer escolhas difíceis, no aceitar correr riscos, no viver intensamente momento a momento.

De 08 a 31/12
Teatro Académico Gil Vicente

Cortina de Fumo
Exposição de pintura e desenho de João dos Santos

Datas:
8 a 31 Dezembro seg a sex 10:00 - 01:00 > sab e dom 14:00-01:00

“Cortina de Fumo” é uma exposição composta por várias pinturas e desenhos com tamanhos diferentes.Quase tudo começa com desenhos realizados com recurso a uma Camera Obscura com-duas-lentes-que-não-vêem-muito- bem-a-mesma-coisa que aponta para fora de uma janela, para um pátio, a eito.Entre outras coisas podem ver-se uma pilha de lenha, um retrato de Pierre Bonnard e outro de Edourad Vuillard (a partir de fotografias que uns tiraram aos outros), também se espera que a aparição de algumas máquinas do Museu de Física da Universidade de Coimbra permita a realização no sítio de uma acção que será apresentada em diferido e editada.Inauguração dia 8 de Dezembro às 18h00, com a intervenção do DJ Schmeichel


Viseu

06 e 07/12
Teatro Viriato, às 10:00 e às 14:30

Com ateliê de descoberta do espectáculo, às 11h e às
15h30 (1 turma / 60min./ > 8 anos).
2,5€ (grupos escolares)
espectáculo + ateliê 3€

Sexta-feira, às 16:00
Conversa no final com artistas
5 a 10€
>6 anos 45min. sem intervalo

Subtone
Subtone trata-se da sequela de Casio Tone, teclado musical portátil criado pela empresa casio nos anos 80 e que deu nome à peça de 1997, em digressão, e que também foi apresentada no Teatro Viriato. Desta vez, a história passa-se no local de trabalho da Sra. Domicilia (personagem de ambas as peças), um lugar bastante estranho onde, se não fosse a luta diária travada contra um inimigo terrível e invisível chamado tédio, esta senhora não tinha mesmo nada que fazer…

Ateliê de descoberta do espectáculo
Como nasceu Subtone? Uma ideia, um argumento, uma construção.
Orientadores: Sílvia Real, Sérgio Pelágio e Ana Teresa real
Após o espectáculo, os participantes no ateliê são convidados a entrar nos bastidores da criação artística. Em conversa informal com a Companhia, cena após cena, dá-se a desconstrução da peça. Formam-se dois grupos de trabalho: cenografia e argumento, por um lado; movimento, som, imagem e novas tecnologias, por outro. Parte-se para a reconstrução de Subtone.
www.estacao01.com

Guarda

07/12, quinta-feira
Teatro Municipal da Guarda, às 21:30

O Conluio de Beckett, Ionesco e Salazar contra o jovem autor - Teatro das Beiras
O Teatro das Beiras apresenta quatro pequenas peças de Luiz Castro, lidas e editadas pelo poeta e ensaísta E. M. de Melo e Castro. Trata-se de peças escritas nos anos 50 do século passado, numa linha designada por “teatro do absurdo”. Nestes trabalhos nota-se um uso lúdico da língua e uma certa desconexão fragmentária da acção. Atravessa as peças uma crítica dorida “elipticamente expressa em situações e personagens que mais se criam pelo que dizem do que pelo que fazem”. Beckett, Ionesco e Salazar foram, cada um de forma diferente, os inibidores da realização teatral de um “jovem autor” – Luiz de Castro. Os textos agora “recuperados” por Melo e Castro constituem um ponto de partida para um espectáculo onde o absurdo caracteriza o tempo e o espaço da acção.

07/12, quinta-feira
TMG, às 18:00


Inaguração da Exposição de Escultura de João Castro Silva
Patente na Galeria de Arte 14h00 às 19h00 e das 21h00 às 23h00 Terça a Domingo
Até 14/01/07

João Castro Silva é licenciado em Escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, onde é assistente desde 1995 do curso de Escultura. É mestre em História de Arte pela Universidade Lusíada de Lisboa, estando actualmente a preparar a tese de doutoramento em Escultura na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Desde 1991 que mostra as suas obras em exposições individuais e colectivas.“Qualquer forma de expressão artística é gerada numa relação. Relação entre a ideia e sua formalização. Relação da matéria com quem a trabalha. Relação do autor com a sua obra. Relação do objecto com o espaço. Relação da obra com quem a vê. Relação entre quem cria e quem frui” – palavras do escultor João Castro Silva a propósito das suas peças.

10/12, domingo
TMG, às 21:30


O Quebra-Nozes
Pelo Ballet Clássico Estatal sobre o Gelo de São Petersburgo

O Quebra-Nozes, bailado sobre o gelo, combina a dança clássica com a patinagem. Com base num conto de Hoffman, Tchaikovsy compôs a música para este bailado, sempre revisitado na época do Natal e que completa a mágica trilogia do Bailado Romântico “O Lago dos Cisnes” e “A Bela Adormecida”. A história, que se revive desde 1892, centra-se numa menina de nome Clara que, no Natal, recebe de presente um quebra-nozes que a transporta para um mundo mágico.
Castelo Branco
08/12, sexta-feira
"A NONNA"
Um espectáculo de humor que conta a história duma família que habita nos subúrbios com uma avó centenária, a Nonna, que com o seu egoísmo conduz toda a família à autodestruição, devorando tudo o que esta vai conseguindo produzir.
Autoria: Roberto Cossa
Encenação: Paula Sousa

segunda-feira, 4 de dezembro de 2006

Blog da Incentivos Outdoor


A Incentivos Outdoor passou a ter um blog onde irá apresentar as suas actividades e novidades. Descubra aqui o Blog da Incentivos Outdoor - Turismo Activo e Natureza.

Fonte: Incentivos Outdoor

Newsletter Museu Marítimo de Ílhavo


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Fonte: Museu Marítimo de Ílhavo

09/12 - Inauguração da FotoXisto em Barroca (Fundão)


No próximo dia 9, pelas 16 horas, a Pinus Verde - Associação de Desenvolvimento, inaugura a exposição de fotografia FotoXisto, no Centro Dinamizador das Aldeias do Xisto, em Barroca (Fundão).
O projecto FotoXisto nasceu com o objectivo de documentar a vida quotidiana de 10 das aldeias abrangidas pela Rede das Aldeias do Xisto, através do olhar dos seus habitantes, nomeadamente em Fajão, Janeiro de Cima, Martim Branco, Foz do Cobrão, Gondramaz, Benfeita, Aigra Velha e Aigra Nova, Comareira, Cerdeira e Talasnal.
Para mais informação contactar:
Curso de Água, Turismo e Animação em Espaço Rural, Lda.
Rua do Espírito Santo nº 1
6185-114 Janeiro de Cima
João Margalha
Telefone: +351 96 88 922 33

Pinus Verde - Associação de Desenvolvimento
Centro Dinamizador das Aldeias do Xisto
6230-136 Barroca
Telefone: +351 275 647 036

sábado, 2 de dezembro de 2006

Teatro Municipal da Guarda de novo nomeado para o Prémio de Arquitectura Mies van der Rohe


A ideia dos dois cubos e a relação do Teatro Municipal da Guarda (TMG) com a envolvente parece ter conquistado adeptos no mundo da Arquitectura. É que o TMG foi novamente seleccionado para um dos mais prestigiados galardões de Arquitectura europeus.

Mas Carlos Veloso, o seu autor, não tem grandes expectativas quanto ao Prémio Mies van der Rohe. "Já passei à segunda fase e devo ficar por aí. Mas ser seleccionado já é muito bom", contenta-se o arquitecto, realçando o facto do complexo cultural da cidade ter sido nomeado por um conjunto de especialistas independentes.

"Esta escolha permite uma maior projecção da Arquitectura que se faz em Portugal pelo facto de ser reconhecida num campo profissional internacional", acrescenta o arquitecto da Guarda, radicado no Porto.
Recentemente, o TMG foi uma das 30 obras finalistas dos Prémios FAD'2006, concorrendo com as mediáticas propostas de Jean Nouvel, Richard Rogers ou Souto Moura, mas não ganhou.
Sirvam de exemplo
Este equipamento foi inaugurado em Abril do ano passado e é constituído por dois cubos gigantes. O maior acolhe o grande auditório, com capacidade para mais de 600 pessoas, e o pequeno auditório, com 164 lugares. O bloco mais pequeno alberga o café-concerto, com capacidade para cem pessoas, uma galeria de arte, para além de um estacionamento subterrâneo de três pisos.
Carlos Veloso espera que estas nomeações sirvam, "pelo menos, para mostrar aos políticos que é importante fazer as coisas bem" e lamenta que os políticos não tenham "a capacidade de perceber a importância" destas nomeações e de promover mais concursos onde a qualidade se sobreponha aos critérios económicos.
"Isto não quer dizer que só se faz boa arquitectura com muito dinheiro. Às vezes, é ao contrário. O processo do TMG, desde o concurso lançado em 1998 até à conclusão em obra, no ano passado, é exemplar nesse sentido, por ter premiado uma solução que melhor cumpriu os objectivos previamente definidos", garante, dizendo desconhecer outros de qualidade arquitectónica" lançados pela autarquia.
"É preciso educar culturalmente autarcas"
O jovem arquitecto classifica de "aleatória" a escolha dos participantes em concursos lançados recentemente pela autarquia da Guarda. "Muitas vezes aponta-se uma equipa projectista, porque já fez centenas de projectos daquela área ou especificidade, o que, na prática, não quer dizer que faça a melhor arquitectura", critica. Exemplo disso são, na sua opinião, grande parte dos centros de Saúde do país, que considera de "fraca qualidade arquitectónica", apesar de serem edifícios públicos. E afirma que é preciso "educar culturalmente os responsáveis por estes projectos", nem que para isso seja necessário "mandá-los para Espanha". Provocação à parte, Carlos Veloso acha que, com esta atitude, se está a "lapidar o nosso património topográfico específico por loteamentos de fraquíssima qualidade".

Notícia extraída do JN - Edição Centro
Autor: Luís Martins

quarta-feira, 29 de novembro de 2006

Natal na Quinta das Lágrimas

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Museu Grão Vasco sai à rua para ajudar comércio tradicional

O Museu Grão Vasco vai sair à rua, durante esta quadra natalícia, em campanha de promoção e animação do comércio tradicional de Viseu. É a primeira vez que isso acontece com aquele espaço museológico.
Actores, representando quadros ao vivo do mestre da pintura renascentista, vão andar pelas ruas do centro histórico a promover o comércio local, nos dias 9 e 14 de Dezembro, das 11 ao meio-dia e das 16 às 17 horas, respectivamente.
Nos mesmos dias e no mesmo horário, uma réplica do museu e dos seus núcleos explosivos andarão também pelas ruas da zona histórica. Tudo com música da época do renascimento a acompanhar a iniciativa.
Durante o percurso, os actores entregarão cupões às pessoas que fizerem compras no comércio tradicional, que valem entradas gratuitas no museu.
O museu sai à rua graças à parceria feita com a Associação Comercial do Distrito de Viseu (ACDV), empenhada em levar mais gente a fazer compras no pequeno comércio de Viseu, que atravessa uma grave crise económica.
"Os tempos estão difíceis e, por isso, torna-se imperioso promover campanhas de dinamização junto dos comerciantes. A parceria que fizemos com o Museu Grão Vasco, vai ajudar muito. Estou convencido que a qualidade do evento surtirá efeitos muito positivos", diz Gualter Mirandez, presidente da ACDV.
Cheques-viagem
Outra iniciativa que promete ajudar o pequeno comércio durante a quadra natalícia, é concretizada por outro parceiro. As "Viagens Marsans", uma agência de viagens instalada em Viseu há menos de um ano, vai sortear "cheques viagem" a quem fizer compras além dos 10 euros no comércio tradicional de Viseu. A campanha começa dia 8 de Dezembro e termina exactamente um mês depois. No dia 8 de Janeiro de 2007, os talões de compra premiados serão trocados por "cheques-viagem".
"É outra campanha que promete ter sucesso junto das pessoas que forem fazer compras às lojas do centro histórico", afirma Gualter Mirandez.
Lojas vão estar abertas das 6 às 24 horas
Durante todo o mês de Dezembro, as lojas da cidade vão poder estar abertas das seis horas da manhã à meia-noite, ininterruptamente. O anúncio foi feito ontem pelo presidente da Associação Comercial do Distrito de Viseu, Gualter Mirandez, depois de obtida a autorização por parte da autarquia viseense. "Ninguém vai ser obrigado a ter as portas abertas durante 18 horas podia, mas quem puder fazê-lo ganha naturalmente com isso", diz o dirigente.
Artigo extraído do JN Centro
Autor: Rui Bondoso
Foto retirada daqui

terça-feira, 28 de novembro de 2006

Mestre Zé Penicheiro expõe no Museu do Vinho Bairrada

Está patente no Museu do Vinho Bairrada em Anadia um conjunto de telas pintadas a acrílico do prestigiado Mestre Zé Penicheiro. Foi no passado dia 25 de Novembro, no âmbito de um encontro de alunos e professores do Mestrado em Viticultura e Enologia do Instituto Superior de Agronomia que o Museu do Vinho inaugurou uma exposição deste prestigiado e consagrado artista plástico.
A exposição foi inaugurada com a presença do Mestre, do Presidente da Câmara Municipal de Anadia e do Ministro da Agricultura que esteve em Anadia para assistir à assinatura da escritura pública da nova Rota da Bairrada e para ser entronizado pela Confraria dos Enófilos da Bairrada.

Esta magnífica exposição do Mestre Zé Penicheiro é alusiva ao Vinho e à Bairrada, estando aberta ao público até ao final do ano.
O Mestre Zé Penicheiro
"Eu tenho um sonho", disse Zé Penicheiro. E ao pôr em palavras esse sonho, o artista torna evidente o seu amor pela vida e pelo acto criador. Mas quem conheça a sua obra, sabe que a atitude de Zé Penicheiro tem muito a ver com a espantosa "química" que se estabeleceu entre o pintor e a sua pintura.
Na verdade, o artista, cuja operosidade não dá mostras de afrouxar, transmite às suas telas uma excepcional vitalidade, mas também recebe delas provas de capacidade, de plenitude, decisivas, para a bela forma física e psicológica que alardeia, quando já ultrapassou os oitenta anos. E ao desenvolver esse sonho, o pintor demonstra estar consciente da responsabilidade cívica do criador. Um país sem memória, sem consciência do seu passado, é um país sem futuro, todos nós sabemos. Este princípio, aplicável a nível nacional, também tem cabal primordial no registo, na preservação, na memorização de pequenos e de grandes eventos, de tudo aquilo que distinga e caracterize uma cultura, uma sociedade, uma época. Este dever de cidadania do criador, não o esqueceu Zé Penicheiro. Esta é uma lição fundamental da sua intervenção.
Fonte: Museu do Vinho Bairrada

Novo Museu Arqueológico do Fundão abre no início do próximo ano

Vai abrir no início do próximo ano, no Fundão, o museu arqueológico no remodelado Solar Falcão d’Elvas, no centro histórico da cidade. O investimento ronda os 600 mil euros e vai colocar à disposição do público o acervo museológico que o município tem armazenado ao longo de décadas.
O espaço vai receber a designação de Museu Municipal José Monteiro, em homenagem ao responsável pela recolha de parte do espólio que ali vai estar exposto e um dos principais impulsionadores das investigações arqueológicas no concelho.

Entre as peças do museu incluem-se artefactos arqueológicos resultantes também de recentes investigações no concelho do Fundão e que abarcam vestígios que vão desde a época do paleolítico ao período romano. Outra parte significativa do espólio é produto de doações ou cedências de munícipes ou instituições, entre elas o próprio Instituto Português de Museus .
O museu vai ser dirigido por João Mendes Rosa, docente, licenciado em História e doutorando em Arqueologia e actual responsável pela Divisão Municipal do Património Histórico. José Alves Monteiro, que dá nome ao Museu, nasceu no Fundão a 25 de Fevereiro de 1890, formou- se em Direito na Universidade de Coimbra, em 1912, e regressou depois à terra natal, onde exerceu advocacia e se dedicou à promoção de diversas actividades de o rdem cultural e política, como as pesquisas arqueológicas.
Lei mais sobre o Museu Municipal José Monteiro no site da Câmara Municipal do Fundão, na secção História e Património

segunda-feira, 27 de novembro de 2006

"Natal do Livro" no Museu Grão Vasco

O Museu Grão Vasco, em Viseu, e o Museu de Lamego aderiram à campanha nacional promovida pelo Instituto Português de Museus (IPM) de “Natal do Livro”.
Até 30 de Dezembro as lojas dos respectivos museus têm um espaço preparado para a campanha onde estarão disponíveis publicações editadas pelo IPM, com descontos significativos.
No espaço estarão catálogos de colecções e de exposições temporárias, estudos e ensaios, monografias, livros de museologia e arqueologia, entre outros.

Novo espaço de animação turistica na região Naturtejo

Foi criada a Escola de Escalada do Castelo - Vila Velha do Ródão, projecto de parceria entre a Câmara Municipal de Vila Velha de Ródão e a empresa Incentivos Outdoor lda. Este projecto tem disponível actualmente 12 vias de escalada devidamente equipadas.

Esta zona de escalada está implementada na zona quartzítica do Castelo em Vila Velha do Ródão. Este é um local de eleição para a prática da modalidade, uma vez que está associado a um clima temperado, detendo também uma paisagem natural fantástica, onde predomina a zona classificada como Monumento Natural das Portas do Ródão, local de nidificação da maior colónia de grifos em Portugal.

Características Técnicas das Vias

Tipo de rocha

Muito dura "Quartzitos"

Tipo de Escalada
- Tecnicamente a Escola de Escalada do Castelo tem 11 vias equipadas com plaquetas e top's tendo entre os 6 e 20 metros. - Temos também 1 vias de escalada clássica onde se aconselha a utilização de friends pequenos até ao nº2. Conjunto de vias técnicas de placa com pequenos regletes.
- Temos presentemente vias desde III + a 6B

Enquadramento de Vias
- Orientação a Este pelo que aconselhamos escalar à tarde durante o Verão sendo possível a sua utilização durante todo o dia no resto do ano.

Acesso ao local
- O acesso ao local é bastante fácil pois fica situado junto à estrada para o Castelo de Vila Velha do Ródão. Assim sendo o acesso é feito pela A23 até Vila Velha do Ródão e seguidamente tomar a estrada de Vila Velha para o Castelo (Vilas Ruivas). O local está devidamente assinalado.

Serviços Disponíveis
Através da parceria entre a Câmara Municipal de Vila Velha do Ródão e a empresa Incentivos Outdoor tem disponíveis equipamentos e monitor para enquadramento de actividade no local, para acompanhamento de grupos e individuais.

Contactos Úteis
Câmara Municipal de Vila Velha do Ródão - Posto de Turismo - 272540300
Incentivos Outdoor - Responsável Técnico do projecto - 919687353
Guarda Nacional Republicana – 272 545 121
Centro de Saúde de V. V. de Ródão – 272 540 210
Bombeiros V. Velha Ródão - 272 541022
Fonte : Naturtejo