terça-feira, 8 de janeiro de 2008

15/02 - Mari Boine no Teatro Municipal da Guarda


No dia 15 de Fevereiro, o TMG irá receber uma das artistas nórdicas mais consagradas da actualidade: a norueguesa Mari Boine que recuperou o canto jolk, tradição perdida dos Sami (povo da regiaõ da Lapónia), construindo uma sonoridade extremamente rica em termos rítmicos e harmónicos.


O espectáculo terá lugar no dia 15 de Fevereiro, no Teatro Municipal da Guarda, às 21:30.


segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Até 20/01 - Exposição de Pintura de Javier Moreno e Alejandro Miguel no Cine-Teatro Avenida de Castelo Branco


O Cine-Teatro Avenida de Castelo Branco recebe até ao dia 20 de Janeiro uma exposição de pintura dos artistas plásticos Javier Moreno e Alejandro Miguel, promovida pela Câmara Municipal.



Horário da exposição:

De terça a domingo, das 10:00 às 13:00 e das 15:00 às 19:00


Fonte: Naturtejo

18/01 e 19/01 - Fado na Pousada Convento de Belmonte






No fim-de-semana de 18 e 19 de Janeiro, os sons únicos fado vão invadir a Pousada Convento de Belmonte, pelas vozes inconfundíveis de Teresa Siqueira Carmo, Rodrigo e Francisco Rebelo de Andrade. Deixe-se enlear pela magia do fado e venha até ao Convento de Belmonte!




Para mais informações:
Pousada Convento de Belmonte
Serra da Esperança
6250 Belmonte
Tel.: +351 275 910 300
Fax: +351 275 912 060

Até 15/02 - Exposição Fotográfica "Teatro Viriato? Sim, c’est ici! Yes, é aqui! Oui, it’s here!"


Exposição de fotografia
Teatro Viriato? Sim, c’est ici! Yes, é aqui! Oui, it’s here!

Hotel Grão Vasco, Restaurante Muralha da Sé e Albergaria José Alberto, em Viseu

Até 15 de Fevereiro de 2008

Pela segunda vez, o Teatro Viriato promove a exposição Teatro Viriato? Sim,c’est ici! Yes, é aqui! Oui, it’s here!, contando desta vez com a colaboração demais um parceiro, a Albergaria José Alberto. A mostra de fotografia está patente no Hotel Grão Vasco, no restaurante Muralha da Sé e na Albergaria José Alberto,em Viseu. Esta é uma iniciativa que pretende transportar o Teatro Viriato para além das suas quatro paredes, do lugar onde mora, o Largo Mouzinho Albuquerque, espalhando pela cidade memórias e pedaços da sua alma grande, construída ao longo de vários anos.

Ao longo dos últimos anos passaram pelo palco do Teatro Viriato bailarinos, actores, músicos de todo o mundo, quase uma década feita no palco e na plateia, ouvindo-se palmas, gargalhadas e até o silêncio das lágrimas. Um encontro íntimo captado por uma objectiva cúmplice. Cada imagem transpira histórias marcadas pelos conflitos da vida, pela desconstrução de preconceitos, por um banquete de ritmos, palavras e movimentos e com muita alma, partilhada pelas personagens invisíveis de cada aventura, pelos que dão sentido a cada momento: o público. Neste palco inventámos ideias, alimentámos a critica e construímos memórias.

Esta exposição volta a trazer a público um espólio único que retrata esses momentos, acordando sensações e memórias de quem assistiu e imbuindo os outros desta alma do Teatro Viriato, que é muito mais do que um edifício, que se pode descobrir em vários locais da cidade.

Entre as fotografias expostas, da autoria de José Alfredo, encontram-se imagens de Hotel Tomilho, do Teatro Regional da Serra de Montemuro e da Laika (Bélgica); Antídoto, da Companhia Rui Lopes Graça; Campos de Amor, do Theatre de la Mezanine; Úrsula Rucker; Último a rir com José Pedro Gomes; Hamlet, encenação de Ricardo Pais e Sexo, Drogas e Rock n’ roll, com Diogo Infante. Todos estes espectáculos decorreram entre 2000 e 2004.

A exposição Teatro Viriato? Sim, c’est ici! Yes, é aqui! Oui, it’s here! estará patente no Hotel Grão Vasco, no Restaurante Muralha da Sé e na Albergaria José Alberto até dia 15 de Fevereiro de 2008.

Até 20/01 - Exposição de Pintura no Best Western Hotel D. Luís em Coimbra


Está a decorrer no Best Western Hotel D. Luís, em Coimbra, uma exposição de pintura do jovem pintor e escritor Celso Pereira. A mostra contém mais de 15 obras, centradas nos mais diversos temas, que poderão ser apreciadas até dia 20 de Janeiro. Aproveite esta oportunidade para vir ao Best Western Hotel D. Luís, onde poderá desfrutar de uma paisagem única sobre a cidade de Coimbra!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

19/01 - David Fonseca no Teatro Cine de Gouveia

19 de Janeiro - Teatro Cine de Gouveia - 21:30 - “Dreams In Colour”, o novo mundo de David Fonseca! Será este novo mundo que o público conhecerá nas apresentações ao vivo: temas mais recentes como “Superstars”, o 1º single deste disco, “Kiss Me, Oh Kiss Me”, “4th Chance” ou “Silent Void”; outros mais antigos, retirados dos discos anteriores, como as baladas “Someone That Cannot Love” e “Who Are U?” ou os electrizantes “The 80’s” ou “Our Hearts Will Beat As One”; ou ainda canções adaptadas como “Rocket Man”, um original de Elton John recriado por David Fonseca em “Dreams In Colour”.
A complementar, uma concepção audiovisual original.

Voz, Guitarras: David Fonseca;
Guitarras: Ricardo Fiel;
Piano, teclado e voz: Rita Redshoes;
Teclado, sintetizadores e voz: Paulo Pereira;
Baixo: Nuno Simões;
Bateria: Sérgio Nascimento.


BILHETEIRA DO TEATRO CINE - 238084861


quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

19/01 - "Gente feliz com lágrimas" no Teatro ACERT

“Gente feliz com lágrimas” é o nome do espectáculo do Teatro o Bando (a partir do romance homónimo de João de Melo), que o auditório 1 da ACERT acolhe às 21h45, no dia 19 de Janeiro de 2008.
Esta peça, levada a cena por uma companhia com mais de trinta anos de actividade, leva-nos a embarcar numa viagem em que o teatro permite avançar e recuar no tempo a nosso bel-prazer. Viajar no espaço sem sair do mesmo sítio. Ser um e um outro, no mesmo momento. Agora ter a voz de uma criança e, logo a seguir, a voz de um velho decrépito, porque no teatro se pode contar, comentar e dialogar vivendo a acção em tempo real, sem por isso se ser incongruente.

O Teatro o Bando procura fabricar uma realidade cénica mais acutilante do que a realidade de todos os dias, e agora, ao exercitarmos o virtuosismo dos actores na vida em palco, procuramos estimular a capacidade lúdica dos outros actores no palco da vida.

Quinta das Lágrimas abre espaço para fumadores


«Desfrutar do Palácio e do prazer do tabaco como no século XIX» é o principal objectivo do novo espaço que a Quinta das Lágrimas passará a disponibilizar para os fumadores.

A Quinta das Lágrimas prepara-se para lançar durante este mês um programa especial para fumadores, que tem como objectivo «desfrutar do Palácio e do prazer do tabaco como no século XIX». Assim, face à actual lei que limita o fumo espaços públicos, a unidade passará a disponibilizar a sua sala de fumo oitocentista, com acesso à biblioteca e à varanda da capela, para todos os que gostam de fumar.

O restaurante Arcadas passa assim a ser um espaço de não-fumadores, sendo que esta iniciativa aproveita a multiplicidade dos espaços existentes no palácio, ao mesmo tempo que procura recuperar alguma da história que lhe está associada. Segundo Miguel Júdice, administrador do grupo Quinta das Lágrimas, «as pessoas que aqui vierem desfrutar deste espaço estarão a vivê-lo à maneira do século XIX».

Na época não se fumava na sala de refeições. Após o almoço ou jantar as pessoas levantavam-se e dirigiam-se para a chamada sala de fumo, onde se iniciava o ritual de fumo de tabaco, sob a forma de cigarro, charuto e cachimbo. Assim, a Quinta das Lágrimas pretende com esta iniciativa transformar o actual problema da restrição do fumo numa oportunidade para o encontro entre as pessoas e para a livre fruição do prazer do tabaco, seguindo a tradição secular do palácio, onde já fumaram o Duque de Wellington, Eça de Queirós, o Rei Dom Miguel ou Teófilo Braga.

Os viajantes fumadores que escolham a Quinta das Lágrimas para permanecer dispõem ainda de quartos com varandas e com jardins privativos, além da possibilidade de utilizarem os restantes espaços do Palácio especialmente destinados ao fumo.

07/01 - "Os livros ardem mal" com Joaquim Furtado no Teatro Académico Gil Vicente em Coimbra


A iniciativa Mensário da Actualidade Editorial do TAGV - “Os livros ardem mal” - regressa a 7 de Janeiro, com o jornalista Joaquim Furtado. A conversa irá, naturalmente, girar à volta dos livros.

O café-teatro do TAGV irá receber na segunda-feira, 7 de Janeiro, às 18H00, a primeira edição de 2008 do Mensário da Actualidade Editorial “Os livros ardem mal”. Neste início de ano, António Apolinário Lourenço, Luís Quintais, Osvaldo Manuel Silvestre e Rui Bebiano convidaram o jornalista Joaquim Furtado para uma conversa que, naturalmente, irá girar à volta dos livros, mas que também deverá fazer uma incursão ao balanço editorial de 2007. A entrada é livre.

Num co-organização TAGV, Centro de Literatura Portuguesa da Universidade de Coimbra, e na sequência de “Escaparate. Mensário da Actualidade Editorial”, a iniciativa mensal que agora leva o nome “Os Livros Ardem Mal” (tomado de empréstimo ao autor galego Manuel Rivas) propõe um encontro mensal sobre e a pretexto de livros recentemente editados, num painel constituído por António Apolinário Lourenço, Luís Quintais, Osvaldo Manuel Silvestre e Rui Bebiano, todos docentes na Universidade de Coimbra, em áreas como a Literatura, a Antropologia e a História. As sessões serão transmitidas, em diferido, pela Rádio Universidade de Coimbra. Joaquim Furtado (nascido em 1948, em Penamacor) passou pela Rádio Universidade e iniciou a sua actividade como profissional a partir de 1970, fazendo programas e jornalismo no Rádio Clube Português, Rádio Renascença, Diário de Lisboa e RDP.

Entre 1975 e 2002 trabalhou na RTP, tendo integrado as redacções do Telejornal, Informação 2, Grande Reportagem, Portugal sem Fim e Jornal das 9. Foi autor e apresentador dos programas “Falar Claro” e “Casa Comum” e co--autor da série “Anos 70, imagens de uma década”, com Joaquim Vieira, Solano de Almeida e Perez Metelo. Ainda na RTP, desempenhou as funções de director-coordenador de Informação e Programas, entre 1996 e 1998. Esteve entre os jornalistas que lançaram o jornal Gazeta da Semana e a revista Grande Reportagem. Recebeu vários prémios de jornalismo. Autor do livro “Na Ilha de Mussa-bin-biki”, Amigos do Livro, Editores, 1984, foi provedor do Leitor do jornal Público no ano de 2004. A sua última realização, “A Guerra”, dedicada à guerra colonial, foi exibida pela RTP entre Outubro e Dezembro de 2007.

Fonte: As Beiras

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Até 31/05 - Exposição "Aveiro: Objectos que fazem História"

Visite a Exposição "Aveiro: Objectos que fazem História" que se encontra patente até 31 de Maio de 2008, de Terça a Domingo, das 10.00 às 12.30 horas e das 14.30 às 19.00 horas, no Museu da Cidade, marcando, assim, o primeiro acto oficial do Museu da Cidade foi assinalado com a inauguração desta exposição.

A mostra será constituída por 35 obras pertencentes ao acervo municipal, ao Museu de Aveiro, ao Porto de Aveiro, ao Museu da Marinha e à Santa Casa da Misericórdia de Aveiro.

O conceito da exposição centra-se nos objectos enquanto manifestações da essência e do espírito empreendedor do Homem. Estes constituem testemunhos fulcrais da sua existência e das suas realizações. Através deles dá-se corpo à cultura material que caracteriza e diferencia um indivíduo e uma comunidade das suas congéneres. Pelos objectos reconstitui-se a existência, a História. Peças inertes que, no silêncio da sua morfologia, expressam a função que desempenharam, as acções que provocaram, as sensações que despertaram...


Ainda que procurando obedecer a uma ordem cronológica, os objectos seleccionados foram ordenados em quatro grandes temas que expressam quatro vertentes de Aveiro: A Matriz, A Obra, Os Actores e As Representações.

A exposição é fruto do trabalho que a Câmara Municipal de Aveiro tem vindo a desenvolver: uma política de dinamização cultural, com um forte ênfase na estruturação de uma política museológica integrada e concertada entre os vários espaços culturais existentes no concelho.
Neste âmbito, encontra-se em estruturação o Museu da Cidade de Aveiro, museu de território polinucleado, compreendendo vários pólos complementares e um centro nevrálgico gestor e aglutinador de temáticas. Assim, laços de cumplicidade são estabelecidos com a comunidade e, simultaneamente, oferecem-se soluções lúdico-pedagógicas aos residentes e a todos os que nos visitam, o que tem vindo a permitir um aumento exponencial do número de visitantes às unidades museológicas em funcionamento.

11/01 - Grande Concerto de Ano Novo na Figueira da Foz

O Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz apresenta, dia 11 de Janeiro, pelas 21:30 horas, o Grande Concerto de Ano Novo, com a Strauss Festival Orchestra e o Strauss Ballet Ensemble.

A abrir 2008, o CAE apresenta um Grande Concerto de Ano Novo, juntando no mesmo palco a Strauss Festival Orchestra e o Strauss Ballet Ensemble, que recriam a atmosfera mágica da Viena Imperial de Francisco José e Sissi, num programa que evoca as célebres valsas, marchas
e polcas de Johann Strauss, que ficaram definitivamente ligadas às celebrações de Ano Novo.
A qualidade demonstrada ao longo dos anos pela Strauss Festival Orchestra, complementa-se na perfeição com a extrema elegância do ballet que, através de estilizadas coreografias e de um rico vestuário, restitui um aspecto essencial às composições musicais que foram concebidas precisamente para acompanhar a dança. O ritmo das valsas, as divertidas polcas e as pomposas e solenes marchas, tudo em conjunto fazem desta noite um acontecimento único e imperdível.

07/01 a 09/02 - Teatro Sonoro em Coimbra


Em “Chambres, Rooms, Zimmers”, o público recebe na Galeria Santa Clara um MP3 e vai pela cidade, seguindo um percurso que é uma espécie de paisagem sonora de Coimbra.

Chegar a Coimbra e percorrer as ruas da cidade à procura de um quarto. A situação real vivida quase diariamente por estudantes e turistas serve agora de ponto de partida para um “espectáculo” produzido pela Associação Cultural Rio Contigo e pela Casa da Esquina: “Chambres, Rooms, Zimmers”, estreia a 7 de Janeiro e ficará “em cena” até 9 de Fevereiro, com a duração (do percurso) de uma hora e 15 minutos e um preço de quatro euros. A partida far-se-à da Galeria Santa Clara.

De acordo com Ricardo Correia, o responsável pela direcção artística do projecto, “este trabalho surge da necessidade de teatralizar o espaço público e questionar a nossa vivência com ele. No limite é um trabalho sobre como o teatro pode assumir diferentes formas, como uma performance pode modificar a função do(a) espectador(a) e atribuir-lhe uma personagem. Este espectáculo promove uma interrogação sobre o acto teatral, constituindo-se assim como um desafio a todos os espectadores”.

No projecto “Chambres, Rooms, Zimmers”, o espectador recebe na recepção da Galeria Santa Clara um MP3, em troca de um documento de identificação. Desde que carrega no botão “play”, uma banda sonora composta de música, sons e diálogos desenvolve uma peça teatral, “interagindo com a arquitectura da cidade, transformada para o efeito em palco teatral”.

De acordo com uma nota chegada às redacções, o espectador/actor é colocado neste espectáculo na posição de quem vem para Coimbra procurar um quarto para habitar, sendo convidado pela personagem principal – o guia – a partilhar com ele um quarto em Coimbra, indicando-lhe direcções precisas e o caminho a seguir, ao som de uma narrativa ficcional pré-estabelecida.

Assim, “a cidade transforma-se num palco com um percurso que cruza a procura de um quarto, os respectivos senhorios, e as vozes que povoam a cidade feita de memórias”. O espectador, longe de ser “um simples voyeur, move-se no imaginário da cidade e constrói a sua narrativa e percurso teatrais”. No final do caminho, o regresso à recepção e a devolução do MP3 (em troca do documento de identificação) marcam também o final do espectáculo.

Com direcção artística de Ricardo Correia, “Chambres, Rooms, Zimmers” tem definição, dramaturgia e documentação geográfica de Ricardo Correia, Hélder Wasterlain e Filipa Alves, coordenação da dramaturgia de Jorge Louraço, paisagem sonora de Luís Pedro Madeira, intervenção plástica de Carolina Santos, Andrêa Inocêncio e Filipa Alves. A criação do blog é de Filipa Alves e Ricardo Correia, o design gráfico é de Carolina Santos e a produção executiva é de Hélder Wasterlain, Mónica Gomes e Marlise Gaspar. Os actores (vozes) são António Mortágua, João Paulo Janicas, Rui Damasceno, Fernando Taborda, Ricardo Correia e Filipa Freitas.

Esta co-produção Associação Cultural Rio Contigo/Casa da Esquina conta com os apoios do Ministério da Cultura – Direcção Regional da Cultura do Centro, Galeria Santa Clara, Café Santa Cruz, Livraria XM, SMTUC, TEUC e RUC.

Mais informações no blog do projecto chambresroomszimmers.blogspot.com.

De Segunda a Sábado das 14h às 18h.
Direcção Artística: Ricardo Correia.
Produção: Rio Contigo e Casa da Esquina
Reservas: 963421452

Fonte: As Beiras

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

28/12 - "Redondo Vocábulo" no Teatro Viriato


O Teatro Viriato, em Viseu, vai receber na próxima sexta-feira um concerto intitulado «Um Redondo Vocábulo» pela voz de João Lucas e piano de João Afonso.

O concerto pretende revelar um olhar diferente e intimista, materializado num recital único, testemunho inédito da obra poética e musical de Zeca Afonso.

«Um Redondo Vocábulo» é um espectáculo delicado, no qual sobressaem os arranjos para a voz e piano, e vai percorrer cronologicamente as canções menos e mais intimistas do cantor.Este concerto será uma prenda que o Teatro Viriato vai oferecer à cidade de Viseu, pois a entrada é gratuita.

4/01 e 05/01/08 - "O Fazedor de Teatro" no Teatro Académico Gil Vicente em Coimbra


A abrir 2008, o TAGV, em Coimbra, apresenta nos dias 4 e 5 de Janeiro uma co-produção entre o TEUC e a Associação Camaleão sobre um texto de Thomas Bernhard.
“O fazedor de teatro”, uma tragicomédia “onde o próprio teatro é paradigma do absurdo da existência humana”, subirá ao palco do Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV) nos dias 4 e 5 de Janeiro de 2008, às 21H30.
Numa parceria inédita em Coimbra entre o teatro universitário e o teatro profissional, o Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra (TEUC) e a Camaleão levam à cena uma das peças mais conhecidas de Thomas Bernhard (1931-1989), novelista, poeta e dramaturgo austríaco. “O fazedor de teatro” é uma tragicomédia onde o próprio teatro é paradigma do absurdo da existência humana. Um teatro (leia-se vida) que falha perante as condições exteriores de um mundo adverso mas também perante os fantasmas, a prepotência e as fraquezas dos protagonistas e da própria sociedade”.
Em palco, a acção é a seguinte: o actor Bruscon chega com a sua família a uma aldeia na Áustria profunda. Numa sala de baile de uma estalagem decadente vai ter lugar, nessa mesma noite, a representação de uma peça da sua autoria, interpretada por ele mesmo, pela sua mulher e pelos seus dois filhos. É um dia de intenso calor, o salão não está pronto, as paredes estão cheias de pó e o chão parece estar em nítida decomposição.
Num compartimento vizinho fabrica-se chouriço, os currais à volta emanam odores pestilentos, e para completar toda esta situação não se consegue obter do comandante dos bombeiros a autorização para que se desligue a luz de emergência durante o espectáculo, condição essencial para que este se possa realizar.
Face ao silêncio sepulcral da sua mulher, à submissão desiludida da filha e ao diletantismo do seu filho, Bruscon tenta salvaguardar o seu poder e o seu talento. A imagem de um homem arrogante, insuportável, artista clarividente que encena o seu mundo num turbilhão de palavras, uma embriaguês verbal na demanda de uma coerência inatingível.
"Se formos sinceros o teatro em si é um absurdo mas se formos sinceros não podemos fazer teatro não podemos se formos sinceros escrever uma peça de teatro nem representar uma peça de teatro se formos sinceros a única coisa que podemos fazer é suicidarmo-nos mas como não nos suicidamos porque não nos queremos suicidar pelo menos até hoje e até agora como portanto até hoje e até agora não nos suicidámos vamos continuando sempre a tentar o teatro escrevemos para o teatro e representamos teatro mesmo que seja o maior absurdo e a maior hipocrisia”...
Com texto de Thomas Bernhard, “O fazedor de teatro” tem encenação e dramaturgia de Pedro Malacas, cenografia de Filipa Freitas e Pedro Malacas, desenho de luz e sonoplastia de Rui Capitão, design gráfico de Filipa Freitas, fotografia de Pedro Malacas e produção executiva de Cláudia do Vale e Marlise Gaspar. Em palco, estarão António Mortágua, Ana Beirão, Filipa Freitas, Helena Faria, José Geraldo, Marlise Gaspar e Nuno Geraldo.
Destinado a um público alvo a partir dos 12 anos, o espectáculo tem o seguinte preçário: 10 euros para o público em geral, oito euros preço – estudante e sénior, três euros – preço escolas, 15 euros – preço família, e cinco euros – preço amigo/a TAGV e protocolo de Teatro TAGV.
Fonte: As Beiras

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

27/12 - Espectáculo "CoMcORdAs" No Teatro Municipal da Guarda


O swing, o jazz e os ritmos ciganos são alguns dos géneros de música que englobam o espectáculo do “CoMcORdAs” que, pelo facto de tocarem apenas instrumentos de corda, não deixam de surpreender através dos recursos destes, do palco minimalista e acolhedor. Constituído por António Preto na guitarra solo, Gonçalo Rafael no baixo acústico e Gil Duarte na guitarra ritmo, formam o grupo em Julho de 2006 com o intuito de divulgar este género musical.

• António Preto - guitarra solo
• Gonçalo Rafael - baixo acústico
• Gil Duarte - guitarra ritmo

27 de Dezembro de 2007 • 22h00 • Café Concerto da Guarda
Preço: 4€ • 75 Min. • M/4

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Programação para o 1º semestre de 2008 - Teatro Municipal da Guarda

O Director do Teatro Municipal da Guarda (TMG), Américo Rodrigues, apresentou no dia 17 de Dezembro a agenda de programação dos próximos três meses.

De Janeiro a Março de 2008, vão passar pelo TMG:

David Fonseca, Mari Boine (Noruega), La Serena – Teresa Salgueiro & Lusitânia Ensemble, e os Blues de Alain Giroux e Jean-Louis Mahjun (França), Billy Jenkins e Steve Morrison (Inglaterra), Super Chikan & The Fighting Cocks (EUA) e Agustin Portalo (Espanha).


Destaque ainda para o Campainhas & C@mpanhia Ilimitada, um ciclo dedicado à música para campainhas e que conta no cartaz com a Orquestra de Sinos de Mão do Porto, com o músico espanhol Llorenç Barber e com os Campânula Herminii.
No teatro, destaques para “Boneca”, numa encenação de Nuno Cardoso baseada na peça de Henrik Ibsen, para as peças “Andar nas Nuvens” e “Chovem Amores na Rua do Matador”, apresentadas pelo Trigo Limpo Teatro ACERT, “Novecentos – O pianista do oceano” pelo Peripécia Teatro, “Misterio del Cristo de los Gascones”, pela Nao d’Amores (Espanha) e “Os Melhores Sketches dos Monty Python”.A nova programação arranca a 9 de Janeiro com o Grande Concerto de Ano Novo pela Strauss Festival Orchestra e pelo Strauss Ballet Ensemble, num espectáculo da organização da Euroconcert.


quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

23/01 a 27/01/08 - Eunice Muñoz e Diogo Infante apresentam "Dúvida" no Teatro Viriato em Viseu

Uma parábola de John Patrick Shanley
Encenação de Ana Luísa Guimarães
De 23 a 26 Jan. 21h30
27 Jan. 17h00
> 16 anos 90 min. aprox. Preço C (10€ a 20€) // Preço Jovem 5€
Espaço Criança disponível a 25_sex. e 26_sáb.

Num bairro do Bronx (Nova York), um padre é acusado por uma Madre Superiora de assediar sexualmente uma criança de 12 anos. O Padre reclama a sua inocência e a Dúvida subsiste do início ao fim da peça. Será ele culpado ou inocente? Eunice Muñoz e Diogo Infante encarnam os papéis principais de uma peça galardoada com o Pulitzer Award 2005 e quatro Tony Award, incluindo o de melhor peça. Segundo a encenadora, Ana Luísa Guimarães “o domínio hierárquico masculino dentro da Igreja Católica, a questão racial ou a forma de educar” são algumas das questões levantadas por esta peça.

Interpretação: Eunice Muñoz, Diogo Infante, Isabel Abreu e Lucília Raimundo
Encenação: Ana Luísa Guimarães
Tradução: Felipa Mourato e Ana Luísa Guimarães
Cenografia: João Mendes Ribeiro
Desenho: luz Nuno Meira
Figurinos: Carolina Espírito
Música original e piano: Bernardo Sassetti
Percussão: José Salgueiro I Orquestra Sinfonietta de Lisboa
Direcção de: Vasco Pearce de Azevedo
Produção: Teatro Maria Matos

Info:
marisamiranda@teatroviriato.com / 232480110/117

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Até 31/01/08 - Fronteiras 07 - I Encontro Internacional de Artes Transdisciplinares em Carvalhais

Uma exposição colectiva de trabalhos artísticos contemporâneos estará aberta ao público no Centro de Promoção Social de Carvalhais (S. Pedro do Sul) de 15 de Dezembro e 31 de Janeiro. O evento é apresentado no âmbito do Fronteiras 07 – I Encontro Internacional de Artes Transdisciplinares organizado por duas associações portuguesas, Binaural e Associação Cultural de Nodar, e uma galega, Alg-a, com fortes afinidades na sua metodologia e foco de intervenção, aliando um trabalho nas áreas das artes digitais contemporâneas a uma pesquisa artística sobre o lugar e a vida.

Pela primeira vez no concelho de S. Pedro do Sul é apresentada uma exposição internacional de arte contemporânea. A mostra, que inclui 10 obras de artistas consagrados de 6 países, resultou de uma proposta dos organizadores para serem apresentadas diferentes leituras artísticas contemporâneas para o conceito de fronteira e limite, reflectindo sobre os múltiplos conceitos relacionados com a temática fronteiriça, focalizando a análise não só na fronteira física, mas também sobre a sua representação em fronteiras ideológicas, culturais, psicológicas, virtuais, de habilitações, etc.

A exposição estará aberta ao público no Museu Rural e no Centro de Promoção Social de Carvalhais (S. Pedro do Sul), de 15 Dezembro 2007 a 31 Janeiro 2008, e as visitas deverão ser marcadas antecipadamente, através dos telefones 918 951 857 e 916 432 585 ou por e-mail para
fronteiras07@cps-carvalhais.com.

Fonte: Carvalhais

Fim de Ano no Hotel Montemuro - Termas do Carvalhal


Programa de Fim de Ano

20h30
!Jantar de Adeus 2007!

Menu
*
Salada Rica de Marisco
camarão, lagosta, delícias do mar,
maçã, nozes, pinhões e aveludado de
molho cocktail
*
Lombo de Salmão Dourado com Puré de
batata e Manjericão
*
Tornedó à Chefe com Espinafres Salteados
acompanha com Arroz Selvagem
*
“Pecadinho” Doce
*
Café ou Chá
*
Água Mineral
Vinho Branco Evel 2005- Douro
Vinho Tinto Quinta de Cabriz 2005 - Dão
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Digestivo
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Festejar 2008!!...


Espumante Raposeira e Uvas com Desejos
Animação Musical e sorteios

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

11/01/08 - Rodrigo leão apresenta "Os Portugueses" no Teatro Aveirense


“Os Portugueses” é o novo espectáculo de Rodrigo Leão. O espectáculo baseia-se na música que criou, a convite de António Barreto, para a excelente série documental “Portugal, Um Retrato Social”, exibida recentemente na RTP. As imagens fortes recolhidas para compor a panorâmica da sociedade portuguesa contemporânea, inspiraram Rodrigo Leão a criar uma música igualmente forte, com subtis marcas da nossa identidade. Essas peças foram agora adaptadas para esse ecrã maior que é o palco e serão levadas estrada fora ao encontro do país que as inspirou. Este espectáculo beneficiará ainda da inclusão de alguns temas inéditos e das canções em português que Rodrigo compôs na fase mais recente da sua carreira. O Retrato Social passa a Retrato Musical, pintado ao vivo.

Data:
Sexta-feira dia 11 de Janeiro às 21:30 no Teatro Aveirense

Preços:
1ª plateia - 27,5€
2ª plateia - 25€
1º balcão - 20€
2º balcão - 17,5€
(sem descontos aplicáveis)