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sexta-feira, 2 de novembro de 2007

02 a 17/11 - No Centro da Cultura

Aveiro

07/11, quarta-feira
às 21:30

Ego Skin
Ciclo de Dança e Novas Tecnologias
Ego Skin é um projecto dirigido por Amélia Bentes, que tem a intenção de explorar o conceito de ego enquanto "imagem de si mesmo". Foi criado previamente um dueto que foi oferecido a três criadores de áreas artísticas distintas – Claudio Hochman (teatro), Lia Rodrigues (dança) e António Jorge Gonçalves (desenho digital ao vivo) – a quem foi lançada a proposta de o trabalharem, transformarem ou recriarem. Pretende-se que o produto final seja uma viagem de tripla-perspectiva sobre o mesmo tema, tendo como referência o corpo-pele, fronteira de identidade e defesa. O corpo, ser-no-mundo que participa, comunga e comunica, torna-se simultaneamente superfície de inscrição, sujeito e objecto, vivente e vivido, tocante e tocado. É partindo desta imagem que o corpo se modela, se transfigura, se desfigura, ideia que implica necessariamente a subordinação do corpo ao olhar do outro.

09/11, sexta-feira

às 21:30
Concerto Homenagem a Fernando Valente
A Homenagem a Fernando Valente vem na senda de um projecto sobre um ciclo de homenagens a criadores que tenham de modo ímpar e exemplar contribuído para a evolução da arte em Portugal, nos seus vários domínios artísticos e expressivos. Para homenagear de forma intensa e viva este ilustre músico e compositor aveirense, e para que a sua figura especial se mantenha na memória, não só desta cidade, mas além fronteiras, elaborámos um programa que inclui Concertos, Jam Sessions, Workshops, Conversas, uma Exposição e eventos para crianças. Para o primeiro concerto, o tributo a Fernando Valente inspirou um programa que trará ao palco do Teatro Aveirense a pianista Olga Prats, a que se seguirá as actuações do Quarteto de Saxofones de Aveiro, Companhia de Dança de Aveiro e Banda Sinfónica do Conservatório de Música de Aveiro. No final do concerto haverá uma Jam Session no Café do Teatro.
Entrada Gratuita

Co- Produção: Teatro Aveirense e Oficina de Música de Aveiro

Programa

Dia 9
11:00 – Hora do Conto – Teresa Nogueira
18:00 – Inauguração da Exposição Ontológica de Homenagem a Fernando Valente com música ao vivo pela Oficina de Música de Aveiro
21:30 – Concerto de Inauguração com abertura de Olga Prats, Quadquartet - Quarteto de Saxofones de Aveiro, Companhia de Dança de Aveiro, Banda Sinfónica do Conservatório de Música de Aveiro
23:30 – Jam Session no Bar do TA

Dia 10
11:00 – Hora do Conto – Teresa Nogueira
21:30 – Concerto da Orquestra Nacional do Porto
00:00 – Jam Session no Bar do TA

Dia 15
18:00 - Música para Bebés por Fernando Nazaré e a Oficina de Música de Aveiro

Dia 16
10:00/13:00 e 14:30/17:00 – Workshop Saxofone – Coordenado pelo Quarteto de Saxofones de Amesterdão
18:00 – Concerto Final dos Alunos do Workshop

Dia 17
21:30 – Concerto de Encerramento do Quarteto de Saxofones de Amesterdão
23:30 – Jam Session e Conversa com os músicos no Bar do TA

No Cine-Teatro de Estarreja:
02/11, sexta-feira
Seu Jorge apresenta "América Brasil"
América Brasil, o mais recente trabalho de Seu Jorge, dá o mote para uma digressão que não podia deixar de passar por Portugal, tal é a popularidade do artista no nosso país. Esta série de espectáculos percorrerá as salas mais prestigiadas do país de 1 a 12 de Novembro.
Seu Jorge traz na bagagem ritmos funk, soul, pop, samba, muito samba e, para a ajudar à festa, o músico faz-se acompanhar de uma banda com 14 elementos, todos eles excelentes instrumentistas, e um coro com 7 elementos. Seu Jorge pisca um olho à MPB mas é no samba que vai buscar toda a sua inspiração e motivação para compor cada vez mais e melhores canções. Para Seu Jorge não é difícil conciliar Zeca Pagodinho e Stevie Wonder. É no cruzamento de sonoridades e sentimentos que está a verdadeira música de Seu Jorge. Funk e samba nunca soaram tão bem até ao aparecimento de Seu Jorge em 2001 com o disco Samba Esporte Fino.Seu Jorge cresceu nas ruas do Rio de Janeiro, capital mundial do Samba. Ali viveu o ambiente das escolas de samba, dos bailes na favela e da «batucada» popular, experiências que marcaram o cantor e que hoje são parte integrante da maioria dos temas. Assim como Pelé cresceu com bola, Seu Jorge cresceu com música. Seu Jorge faz música com o coração. Tristeza neste músico transforma-se em alegria num simples estalar de dedos.

A sua música foi sendo cuidadosamente trabalhada e, em 2004, lança no mercado internacional o sublime «Cru», um disco assombroso, que para além de ter sido muito bem recebido pela crítica e pelo público, chegou aos ouvidos de Wes Anderson, conceituado realizador de Hollywood que prontamente convidou Seu Jorge a participar no filme «Um Peixe Fora de Água», ao lado de figuras como Bill Murray, Cate Blanchet e Willem Dafoe. Seu Jorge foi o responsável pela banda sonora e ainda deu uma «perninha» na representação, arte que também domina, não tivesse sido ele «Mané Galinha» em «Cidade de Deus» de Fernando Meirelles.
A banda sonora do filme foi um sucesso e os temas de David Bowie interpretados por Seu Jorge receberam os melhores elogios. Começava a ganhar forma um culto na Europa à volta do cantor. O trabalho de Seu Jorge, enquanto actor, teve outro momento alto com o seu papel de Massu no filme «Casa de Areia» de Andrucha Waddington onde trabalhou ao lado de nomes consagrados como Fernanda Montenegro e Fernanda Torres.

Coimbra

No TAGV:

06/11, terça-feira
às 21:30

Orquestra Nacional do Porto (no âmbito do Festival de Música de Coimbra)
Direcção musical Marc Tardue

Clarinete Luís Silva
Um dos entretenimentos de rua mais populares no século XVIII era a dança dos Ursos. Foi precisamente o ritmo de uma dessas danças que Haydn usou para finalizar o último andamento da sua 82ª Sinfonia, que abre o célebre grupo das Sinfonias Parisienses. É com esta obra que tem início este programa repleto de músicas célebres e que prossegue com um dos concertos para clarinete que Carl Maria von Weber escreveu para o grande virtuoso oitocentista Heinrich Bärmann. O concerto explora ao máximo as possibilidades expressivas do clarinete e tem uma grande variedade de coloridos tímbricos.Considerada como o culminar do classicismo que Haydn e Mozart representam, a Segunda Sinfonia de Beethoven é uma obra de uma alegria contagiante e encerra a noite de forma arrebatadora.

De 06 a 28/11

WILLIAM BLAKE: LIVROS ILUMINADOS
Exposição integrada no ciclo «Blake no TAGV»
Esta exposição consiste numa videoprojecção integral das páginas de 17 livros iluminados: All Religions are One (c. 1788), There is No Natural Religion (c. 1788), Songs of Innocence (1789), The Book of Thel (1789), The Marriage of Heaven and Hell (1790), Visions of the Daughters of Albion (1793), For Children: The Gates of Paradise (1793), America a Prophecy (1793), Europe a Prophecy (1794), Songs of Innocence and of Experience (1794), The First Book of Urizen (1794), The Book of Los (1795), The Song of Los (1795), The Book of Ahania (1795), Milton A Poem(c. 1804-1811), Jerusalem: The Emanation of the Giant Albion (1804-c.1820) e For the Sexes: The Gates of Paradise (1793, c. 1820). A natureza singular de cada página iluminada será ilustrada com 10 versões diferentes do poema «The Sick Rose» e 11 versões do poema «The Tyger». Esta singularidade poderá ainda ser apreciada em exemplares diferentes de The Book of Thel (1789), Songs of Innocence and of Experience (1794) e The Song of Los (1795).

Horário:
Seg a Sex 10h00-01h00, sab e dom 14h00-01h00, Sala Branca


Figueira da Foz

16/11, sexta-feira
às 21:30
Carmen de Bizet
A ópera “Carmen”, de Georges Bizet, é uma obra intensamente romântica, com uma extraordinária popularidade em todo o mundo, pelos ingredientes que a compõem e, muito especialmente, pela sua originalidade no tratamento do tema, sendo a obra mais conhecida do compositor. Apresentada esta noite pela Orquestra Filarmonia das Beiras, sob direcção musical do Maestro António Vassalo Lourenço, “Carmen” é, sem dúvida, uma das óperas mais representadas em todo o mundo, e a sua música, com temas e melodias fascinantes, fica facilmente no ouvido.

Viseu

03/11, sábado
às 16:00 e 21:30
04/11, domingo

às 16:00

Projecto de arte comunitária CARUMA De Madalena Victorino
Caruma, com música ao vivo, é um projecto de arte comunitária, coreografado por Madalena
Victorino que pretende juntar em palco pessoas da comunidade, desde bebés de colo a idosos, bailarinos e músicos profissionais. Neste espectáculo que cruza a dança, o teatro e a música, através de acções em catadupa, o público é posto em contacto com uma comunidade que, afinal, é a sua, confundindo-o e iluminando-o sob o conceito de unir o centro da cidade às margens da arte.
Caruma é, no fundo, uma metáfora da vida, já que Caruma é uma camada que se forma no chão com as folhas, em forma de flecha, que caem dos pinheiros quando secam, pode ser fofa ou picar, representando assim os bons e os maus momentos da vida.

17/11, sábado
às 21:30

Malgré nous, nous étions là

Paulo Ribeiro e Leonor Keil
- Noite de Amigos e Mecenas -

A alegria de viver é uma das características mais marcantes do dueto de dança de Paulo Ribeiro e Leonor Keil. "Malgré Nous, Nous Étions là" regressa ao Teatro Viriato um ano depois da sua estreia também neste palco. Esta é uma viagem de suavidade e de ternura de duas pessoas que se encontram num objecto belo que tem vitalidade, verdade e existência própria. Tudo à volta dos livros e de um aparente consenso prévio de como decorreria esta criação, sem omitir a ironia e humor, marcas essenciais do trabalho do coreógrafo.


Guarda

02/11, sexta-feira
às 21:30

ElliotT Sharp [EUA][Interpreta Thelonious Monk]
Multi-instrumentista (guitarras, saxofones tenor e soprano, clarinete baixo, instrumentos de cordas inventados pelo próprio como o pantar e o slab, baixo eléctrico, computador, electrónica) e compositor, Elliott Sharp é um dos principais protagonistas da cena experimental de Nova Iorque desde há cerca de 30 anos. Lançou mais de 200 discos num espectro musical que vai dos blues e do jazz ao rock “no wave” e ao techno, passando pela música para orquestra e pelo noise. Lidera os projectos Carbon, Orchestra Carbon, Tectonics e Terraplane, tendo sido um pioneiro na aplicação da geometria fractal, da teoria do caos e de metáforas genéticas na composição e na interacção musicais, assim como no uso da informática na improvisação ao vivo. As suas composições foram interpretadas por RadioSinfonie Frankfurt, Ensemble Modern, Ensemble Rezonanz, Continuum, Flux Quartet, Kronos Quartet e Zeitkratzer e os seus colaboradores incluíram já o cantor qawaali Nusrat Fateh Ali Khan, a lenda dos blues Hubert Sumlin, o dramaturgo Dael Orlandersmith, a violoncelista inovadora Frances-Marie Uitti, os escritores de ficção científica Jack Womak e Lucius Shepard, os gigantes do jazz Sonny Sharrock, Jack DeJohnette e Oliver Lake e o líder dos Master Musicians of Jajoukah, Bachir Attar.

03/11, sábado
às 21:30

O Barbeiro de Sevilha de Rossini pela Ópera Estatal de São Petersburgo
Mussorsky Theatre [Rússia]
Da autoria de Gioacchino Rossini, o Barbeiro de Sevilha é uma ópera cómica em dois actos. Uma divertida história deestilo cómico e inteligente que retrata a avidez pela vida e o despontar do amor. O Conde Almaviva apaixona-se pela bela Rosina, que é mantida como uma prisioneira pelo seu guardião, o Dr. Bártolo. Almaviva contrata o multifacetado e astuto Fígaro para o ajudar a libertá-la, recorrendo a engenhosos truques e disfarces.O libreto de Cesare Sterbini baseia-se na comédia do mesmo nome de Pierre-Augustin de Beaumarchais. Também se basearam nessa comédia outras obras musicais compostas por Giovanni Paisiello e Nicholas Isouard, bem como a ópera “As bodas de Fígaro” de Mozart. Embora a ópera de Paisiello tenha triunfado por algum tempo sobre a de Rossini, só esta suportou a passagem do tempo e tornou-se aliás numa das obras permanentes do repertório operístico.O Barbeiro de Sevilha estreou-se no Teatro Argentina de Roma a 20 de Fevereiro de 1816. Rossini escreveu esta ópera num tempo recorde, pois o contrato da ópera firmou-se a menos de dois meses antes da estreia. Muitos anos depois, Rossini alegava que a terminou em apenas treze dias. Provavelmente, o tema de Fígaro andou a rondar pela sua cabeça muito tempo antes da sua composição. A abertura desta ópera toca-se com frequência como peça de concerto. O seu carácter alegre, gracioso e humorístico prepara psicologicamente o público para o ambiente em que se desenrola o resto da ópera. Sabe-se que a sua música tinha sido utilizada pelo compositor como abertura de duas óperas anteriores, mas ficou ligada permanentemente a esta, uma das suas obras-primas.

Castelo Branco

De 05 a 09/11
Festival de Teatro Infanto-Juvenil de Castelo Branco
Trangalhadanças
Pelo segundo ano, vai decorrer mais um Festival de Teatro Infanto-Juvenil de Castelo Branco intitulado o Trangalhadanças, de 5 a 9 de Novembro, incluindo diversos espectáculos de teatro.

Dia 5 - "Tudo Gira", pelas 10h30, no Grande Auditório do Instituto Português da Juventude – Peça a partir dos 4 anos
(...neste mundo tudo gira, que eu gire em redor de ti não admira...) Objecto poético que gira em torno de temas que nos rodeiam como o universo, a terra, a natureza e o ser. É construído a partir de poemas de Jorge Sousa Braga, re-interpretados vocal e visualmente numa aventura de transformar o seu universo literário em evento performático resultante da procura de um formato alternativo de comunicação da poesia. Este recital propõe um cenário visualmente mágico que, num jogo lúdico de projecção e metamorfose da imagem, acompanha a agilidade da imaginação; e uma atmosfera sonora que transmite e transforma a palavra falada em melodia e respiração.

Dia 6 - "Ai Que Medo", pelas 10h30, no Cine-Teatro Avenida – Peça a partir dos 8 anos
A água é um dos recursos mais antigos que o ser humano utiliza para se evadir do calor e, claro está, da sede, mas por vezes os mais pequenos parecem ter-lhe medo. Os motivos pelos quais uma criança pode ter medo ou resistir entrar na água são muito variados. Mas se tivermos em conta que a água não é o meio natural em que se desenvolve o ser humano, para a criança a água é um elemento desconhecido, estranho e no qual não sabe desenvolver-se. Toda e qualquer mudança para o ser vivo é sempre um momento de ameaça. Para o ser humano, ela vem acompanhada de receios e dúvidas, quando não, considerado um momento difícil. O objectivo deste espectáculo é mostrar o medo e alguns medos às crianças, brincando com eles e “resolvendo-os”, através do humor. Mostrará situações vividas por um grupo de cinco amigos que se confrontam, de diferentes maneiras e em diversos graus, com situações capazes de provocar ou receio, ou até mesmo pânico e… comicidade. Em conjunto, conseguirão vencer todas as dificuldades.


Dia 7 - "As duas Arcas ", pelas 10:30 e 14:30, no Cine-Teatro Avenida – Peça a partir dos 5 anos
A partir de um conto alentejano (Estremoz), António Baptista cria uma história em que um cientista procura através de uma máquina do tempo, criada por ele, um reconhecimento merecido, impossível na época em que vivemos, porque cheia de vulgaridades, em que os heróis são os "VIP's do fait divers" e das colunas sociais, que nos inundam e adormecem todos os dias.

Dia 8 - "Vêm aí os Cómicos", pelas 14h30, no Cine-Teatro Avenida – Peça a partir dos 6 anos
O teatro é comunicação. São corpos e formas em movimento. É a música das palavras. O teatro é poesia, é jogo e fantasia. O teatro é fingir, é tornar verdade mundos inventados. O teatro são pessoas. A História do Teatro no Ocidente contada em 60 minutos, com humor e rigor histórico, por uma companhia de Cómicos Ambulantes.

Dia 9 - "Diz que Diz ", pelas 14h30, no Grande Auditório Instituto Português da Juventude – Peça a partir dos 6 anos

Diz que diz é um espectáculo para miúdos e graúdos que resulta da adaptação de versos de Como quem diz de António Torrado. Num espaço algures entre a casa e o quintal, três actores deixam-se habitar por “versos miudinhos”, cheios de sim e de não e de personagens mirabolantes, costurando, jogando e colando num mecanismo cenográfico palavras e ideias, transformando-as em personagens e objectos cheios de vida. O espectáculo apresenta-se como uma “engrenagem” movida pelos actores e pela sua acção directa sobre a matéria, ou seja, sobre o seu corpo, a sua voz, a estrutura cenográfica e os objectos. Assim, à vista do público, constroem-se e destroem-se espaços, encontram-se outras utilidades e imaginários para os objectos de sempre. Cada história dura o tempo em que acontece, o tempo que leva a fazer-se, surge para logo desaparecer, ficando apenas aquilo que o público foi capaz de guardar num espaço entre a memória e a imaginação.
Fonte: Naturtejo

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

27/09 - 06/10 - No Centro da Cultura

Aveiro

28 e 28/09, sexta e sábado
Rossio

Juv.move
Concurso de Bandas da cidade de Aveiro
no âmbito da Semana da Juventude
Saiba mais na Agenda de Eventos da Cidade de Aveiro.

06/10, sábado
Teatro Aveirense, às 22:00
Concerto Orquestra Filarmonia Beiras c/ Mário Laginha e Bernardo Sasseti
Mário Laginha nasceu em Lisboa em 1960. Estudou no Conservatório Nacional com os professores Jorge Moyano e Carla Seixas, tendo terminado o Curso Superior de Piano com a classificação máxima. Paralelamente, dedicou-se ao jazz, participando em várias formações. Foi distinguido com os prémios de melhor composição, melhor instrumentista e melhor grupo (referente ao seu quarteto) pelo Concurso de Jazz e Música improvisada, promovido pela Secretaria de Estado da Juventude e integrado no programa Cultura e Desenvolvimento (1990).
Bernardo Sassetti nasceu em Lisboa em Junho de 1970. Iniciou os seus estudos de piano clássico aos nove anos com a professora Maria Fernanda Costa e, mais tarde, com o professor António Menéres Barbosa, tendo frequentado também a Academia dos Amadores de Música. Dedicou-se ao Jazz, estudando com Zé Eduardo, Horace Parlan e Sir Roland Hanna. Em 1987 começa a sua carreira profissional, em concertos e clubes locais, com o quarteto de Carlos Martins e o Moreiras Jazztet; participa em inúmeros festivais com músicos tais como Al Grey, John Stubblefield, Frank Lacy e Andy Sheppard.
Co-organização do Governo Civil de Aveiro e do Teatro Aveirense

Coimbra

27 e 28 de Setembro, quinta e sexta-feira
TAGV, às 21:30

"Tchékhov e a arte menor"
Espectáculo construído a partir do universo das peças em um acto de Anton Tchékhov, onde se incluem “Os Malefícios do Tabaco”, "O Trágico à Força", “O Urso”, "O Canto do Cisne" e “O Pedido de Casamento”.

Assumido como uma espécie de provocação, o título do espectáculo destaca a frequente mas injusta desvalorização do conjunto das "pequenas peças" de Tchékhov, quando comparadas com as suas obras de referência, como "O Cerejal", "A Gaivota", "As Três Irmãs" ou "O Tio Vânia".
Pelo contrário, A Escola da Noite encontra nestas peças em um acto, apresentadas em novas traduções feitas a partir do russo por António Pescada, mecanismos de grande precisão, capazes de oferecer ao espectador o essencial da obra de Tchékhov: uma extraordinária conjugação entre a interioridade das personagens (marcadas, muitas vezes, por profundas tragédias pessoais) e uma aparente linearidade da acção dramática, composta pela banalidade (ou até a frivolidade) das situações representadas.Qualificadas (quase todas) como farsas pelo autor, estas pequenas peças são comédias no sentido mais clássico e teatral do termo, nas quais o burlesco e o caricato mais extravagante são utilizados com uma singular mestria. A par do humor franco que elas despoletam (e por causa dele), as peças em um acto de Tchékhov proporcionam-nos, no entanto, diferentes níveis de leitura, revelando-nos as enfermidades de uma sociedade em estado de crise e de transformação acelerada, na qual a explosão se pode dar com extrema rapidez.
Depois da estreia na Oficina Municipal do Teatro (onde se manteve em cena ao longo de dois meses), o espectáculo regressa a Coimbra, numa nova versão construída para teatros "à italiana"."Tchékhov e a arte menor" é a 40.ª produção d ' A Escola da Noite e assinala a passagem do 15.º aniversário da companhia. A sua apresentação no TAGV marca também o regresso da companhia à sala onde apresentou o seu primeiro espectáculo - "Amado Monstro", em 1992.


03/10, quarta-feira
TAGV, às 21:30
Concerto de Sérgio Godinho
Depois do grande êxito d’ “O Irmão do Meio” (2003), com o qual atingiu o 1º lugar do top de vendas e o galardão de platina, Sérgio Godinho regressou em grande forma com o novo álbum de originais, de título “Ligação Directa”, considerado um dos melhores discos do ano de 2006.Com o título “SÉRGIO GODINHO (em) LIGAÇÃO DIRECTA”, o espectáculo tem como base o repertório constante neste último trabalho e é uma ligação directa às emoções e à razão que desde sempre as canções de Sérgio Godinho despertaram em todos nós: o amor, a ironia, a esperança, a contestação... Das mais recentes, destacam-se temas como “Às vezes o amor”, “Marcha Centopeia”, “O Rei do Zum Zum”, “Só neste país” ou “A deusa do amor”, mas não se deixará também de escutar as maiores referências da obra deste autor, compositor e intérprete.

Figueira da Foz

01/10, segunda-feira
Casino Figueira, às 22:00
Orquestra Clássica do Centro
por ocasião do Dia Internacional da Música

Viseu
28 e 29/09, sexta e sábado
Teatro Viriato, às 21:30
The Pillowman
The Pillowman marca a estreia de Tiago Guedes (realizador do filme Coisa Ruim) como encenador. Conjugando a elogiada direcção de actores com o aproveitamento de recursos como a animação, o encenador propõe uma comédia negra vestida de drama que reúne quatro actores conhecidos do pequeno ecrã.
O realizador do êxito cinematográfico Coisa Ruim, Tiago Guedes estreia-se no teatro, como encenador da peça The Pillowman, da autoria de Martin Mcdonagh, um dos nomes mais promissores da dramaturgia britânica.

Trata-se de uma peça que fala da arte, dos limites da arte, da responsabilidade artística, da liberdade de expressão e da importância de a arte superar a própria vida.
Com um elenco que reúne o talento de quatro actores conhecidos do pequeno ecrã, The Pillowman é, segundo Tiago Guedes “um drama vestido de comédia negra ou uma comédia negra vestida de drama”.
The Pillowman, elogiado pela virtuosa direcção do elenco, conta a história onde os infanticídios ficcionados por um escritor o levam, com o irmão deficiente a ser interrogado por polícias brutais, acerca da materialização da sua imaginação sádica no assassínio de três crianças. A abertura de matrioskas que marca o ritmo da peça revelará um mundo onde realidade e ficção inquietantemente se confundem.
O título da peça tem origem num dos contos de Katurian, em que um simpático personagem feito de almofadas encoraja crianças a suicidarem-se para não terem de viver vidas terríveis e de sofrimento. Esta peça também já inspirou Paula Rego, que em Outubro de 2004, no Tate Museum em Londres, exibiu pela primeira vez a sua obra intitulada “The Pillowman”, em que explora o texto de Martin McDonagh.
A peça que ali o belo ao horror vai surpreendendo e horrorizando o espectador à medida que a história evolui, mas consegue ser simultaneamente de uma imensa ternura.


03/10, quarta-feira
Teatro Viriato, às 21:30
Ena Pá 2000
Irreverentes e provocatórios, os Ena Pá 2000 proporcionam momentos únicos repletos de jogos linguísticos e semânticos. Manuel João Vieira, o seu líder carismático prima pela irreverência, não conseguindo esconder, porém, a grande cultura musical nos temas que constrói ou desconstrói para as suas bandas.
No começo, os Ena Pá 2000, tinham a intenção de ser “a pior banda do mundo”. Falharam
redondamente! Desde cedo se percebeu que a “pior banda” não era nada má, e com o rolar dos anos essa “falha” acentuou-se!
Apesar do boicote sistemático da rádio, da televisão e dos grandes caciques do imperialismo cultural, nomeadamente as editoras multinacionais, a voz do povo falou mais alto e, hoje em dia, passados gloriosos 20 anos, os Ena Pá 2000 são indiscutivelmente uma das referências culturais de antologia no passado recente de Portugal.
No seu percurso orgulhosamente semi-clandestino, esgotaram plateias desde o saudoso Rock Rendez Vous, até ao Pavilhão Carlos Lopes – que rebentou pelas costuras durante o famoso Merdaconcerto – passando com distinção em Coimbra, onde são reis da Queima das Fitas. E não foi à toa que foram convidados de honra para o encerramento da EXPO 98.
A candidatura de Manuel João Vieira, líder da banda, às eleições presidenciais de 2001, veio acentuar ainda mais todo este carisma.

Tondela





04 a 06/10
Teatro Acert
Festival Jazzin'Tondela
Clique aqui para saber mais.

Guarda

29/09, sábado
TMG, às 21:30
Molière de Carlo Goldini pelo Teatro das Beiras
Esta comédia biográfica, onde Goldoni mistura temas do TARTUFO com os amores de Molière e Bejart, é uma homenagem a um dos seus mestres declarados, para além de um ataque a hipócritas e maldizentes, de que tanto sofria o próprio Goldoni. A obra apresenta bastantes detalhes da vida de Molière. Alguns personagens correspondem a sujeitos reais: Valério não é outro que o comediante Baron; Leandro é La Chapelle.Goldoni manifesta nesta obra a sua profunda admiração pelo genial autor francês e homenageia-o trazendo a cena as suas virtudes e desencantos, revelando o seu olhar arguto sobre o mundo em mudança, que é também o reino do engano onde “todos somos comediantes, já que o mundo é uma comédia”.

Até 06/10
TMG
Exposição Habitar Portugal 2003/2005
No Ano Nacional da Arquitectura, em 2003, lançámos o projecto Habitar Portugal: uma selecção trienal de obras construídas, da autoria de membros da Ordem, base de uma exposição demonstrativa da dispersão territorial, da diversidade de programas, das diferentes “linguagens” e da multiplicidade de autores da nossa produção arquitectónica contemporânea. (…) Na edição do “Habitar Portugal 2003/2005” queremos aproximar a arquitectura dos cidadãos. A experiência anterior trouxe-nos ensinamentos que já incorporámos no regulamento, no formato e na organização. Queremos ser mais ambiciosos – levar a exposição a mais locais, organizar um catálogo com informação essencial sobre cada uma das obras e participar numa mostra internacional de prestígio. Expectativas que partilhamos com os nossos parceiros a quem agradeço o entusiasmo e apoio.
Helena Roseta, Presidente da Ordem dos Arquitectos

03/10, quarta-feira
TMG, às 22:00
Rita Braga
O humor e o absurdo são uma constante no trabalho de Rita Braga, também conhecida como Blue Bobby. Acompanhada por um ukulele (cavaquinho de cordas de nylon), Rita Braga opera, de forma única, uma reciclagem da música popular de origem diversa.«Toco cançonetas de domínio público; canções populares com 80 anos ou tradicionais de origens diversas (muito EUA mas também Polónia, Portugal, México, Havai, Sérvia, Índia, França), deitando a língua de fora à polícia do copyright. Registo a solo no ukulele/guitarra/casio Vl-1 ou regravando por cima de gravações de vinis velhos e colaborações esporádicas muito diversas.», refere, Rita Braga, a propósito do seu trabalho.

04/10, quinta-feira
TMG, às 21:30
Outonal - Festival de Música da Guarda
Ensemble Azizi
O ensemble Azizi surgiu aquando do convite de Pedro Caldeira Cabral para participar no Festival de Música Medieval de Carrazeda de Ansiães, no ano de 2002, então sob o nome de Medievalea. Apresentou-se pela primeira vez no salão Nobre do Conservatório Nacional de Música de Lisboa. Fez uma digressão com um programa à volta da temática de D. Inês de Castro em várias cidades do país. As actuações do grupo Azizi reportam-se a um mundo de cores, cheiros e sons da Idade Média e da Renascença.

Idanha-a-Nova
29/09, sábado
Centro Cultural Raiano, às 17:00
Jérôme Granjon
Belgais traz ao Centro Cultural Raiano um pianista de eleição. Mais um concerto imperdível, fruto da colaboração entre o Centro para o estudo das Artes de Belgais e o Centro Cultural Raiano, de Idanha-a-Nova. Jérôme Granjon interpreta Mozart, Chopin, Fauré e Debussy.

quinta-feira, 5 de julho de 2007

05 - 15/07 - No Centro da Cultura

Aveiro

05 a 08/07
Teatro Aveirense
II Festival Voz de Mulher
O II FESTIVAL VOZ DE MULHER terá lugar nos dias 5, 6, 7 e 8 de Julho, no Teatro Aveirense. Este Festival trata-se duma co-produção entre o grupo feminino Segue-me à Capela e o Teatro Aveirense, sendo que o projecto que deu forma ao Festival é da autoria do grupo Segue-me à Capela. Tem como principais objectivos promover o papel da Mulher na música, centrado na Voz, criando momentos específicos de apresentação e desenvolvimento artísticos. O Festival pretende reunir Cantoras que usam a Voz como forma principal da sua expressão artística. Mulheres que tenham desenvolvido investigação e ou experimentação em torno da Voz, não só como fonte sonora do canto e da palavra, mas também como instrumento capaz de criar uma linguagem musical e artística própria. O Festival reúne um conjunto diverso de actividades: Espectáculos, Workshops, Colóquios e uma Feira de Discos, visando atrair novos públicos, formar públicos profissionais e estudantis e incentivar novas abordagens no panorama musical português. O programa integra três espectáculos na Sala Principal: Fátima Miranda, com “Diapasion”, dia 5 de Julho, Amélia Cuni, dia 7 de Julho, em duo com Werner Duran, apresenta-nos um espectáculo intitulado “Old Trends And NewTraditions In Indo-European Music”, às 21H30. A fechar este mesmo dia (7), Anna Kaisa Liedes e Kristiina Ilmonen, às 23H00. Na Sala Estúdio, realizar-se-ão Workshops e Colóquios, orientados para um público profissional e estudantes da área do canto. O Festival promove o desenvolvimento de investigação e experimentação para o público profissional e a participação de todos os públicos na celebração da Voz Feminina.
Clique aqui para aceder ao programa integral deste evento.

13/07, sexta-feira
Teatro Aveirense, às 21:30
SEP7EMLara Pereira
Este projecto surge no espírito de criar uma nova forma de apreciar e viver a dança contemporânea em Portugal e, localmente, na região de Aveiro. A passagem por Londres pela coreógrafa e bailarina Aveirense Lara Pereira veio dar corpo a este desígnio que propôe manifestar todo e qualquer tipo de arte através dos movimentos contemporâneos da dança. Mais do que um mero projecto de dança, o LPmovimento pretende marcar a cultura aveirense com espectáculos multi-artísticos que unem trabalhos de diversos autores, comunicando-os através da dança e movimento contemporâneos. SEPTEM, tal como o título indica, figurará em torno da ligação humana ao número sete: 7 Bailarinas, 7 Mulheres e 7 Vidas unidas por um elemento comum - as 7 Artes - Dança; Literatura; Música; Arquitectura; Cinema; Escultura e Pintura aliado às novas tendências artísticas (oitava arte): Moda e Design.
Até 31/07
Teatro Aveirense
Exposição de Escultura de Miguel Branco
Miguel Branco apresenta nesta exposição uma série de esculturas de reduzidas dimensões. A escala das peças surge como um importante dispositivo de "redução" das múltiplas formas que evoca, vindas de universos tão díspares como a História da Arte, o cinema, a ficção científica ou o objecto industrial. Os materiais utilizados conferem-lhes uma particular insignificância e enfatizam o seu carácter híbrido e metamórfico.

Coimbra
05 a 07/07
Teatro Académico Gil Vicente, às 21:30
O senhor Ibrahim e as Flores do Corão
de Eric-Emmanuel Schmitt
A estreia de «O Sr. Ibrahim e as Flores do Corão», de Eric Emmanuel-Schmitt, em encenação de João Maria André, decorre de uma política de programação teatral iniciada no Teatro Académico de Gil Vicente em Março de 2006, com a assinatura de um protocolo de colaboração com as companhias e cursos de teatro de Coimbra. Esta política de programação tem como objectivo apoiar a criação local, oferecendo condições para a experimentação dramatúrgica e fortalecendo o espaço público das artes cénicas. No âmbito deste projecto, que tem a designação genérica «Estreias-TAGV», foram já apresentadas 14 produções originais, num total de 40 sessões de espectáculo. Além do apoio concedido através de meios técnicos e humanos, o TAGV recomenda um conjunto seleccionado de novas produções para circulação na rede de teatros municipais. Ao combinar produção própria e programação, o TAGV afirma uma identidade institucional específica e desempenha melhor a sua missão universitária.
«O Sr. Ibrahim e as Flores do Corão» é uma co-produção de Margarida Mendes Silva e do TAGV, e dá continuidade à colaboração iniciada em 2005 com «60 Minutos com Brecht». A peça de Eric Emmanuel-Schmitt surge integrada num ciclo de programação interdisciplinar, do qual fazem parte uma instalação, uma mostra de cinema documental, uma tertúlia, uma leitura e um atelier pedagógico. Com este conjunto de iniciativas pretende-se construir um contexto de conhecimento e de reflexão alargado sobre a problemática tratada na peça, dirigindo-as a diversos públicos. Também sob este ponto de vista, «O Sr. Ibrahim e as Flores do Corão» se constitui como uma realização exemplar dos princípios de programação do TAGV. Trata-se de aliar a qualidade artística dos projectos à relevância política e existencial dos temas representados, fazendo do espaço do Teatro um espaço público de conhecimento, de aprendizagem e de comunicação.
O ressurgimento de conflitos étnicos e religiosos e, em particular, o estado de guerra permanente entre israelitas e palestinianos constituem referentes indirectos da peça. Uma clivagem ideológica e teológica continua a separar, de resto, as próprias comunidades. O conflito histórico entre judeus ortodoxos e moderados ou o recente conflito armado entre a Fatah e o Hamas mostram-nos diariamente a persistência da violência política, apesar dos reiterados acordos de paz e dos planos de devolução dos territórios ocupados. A institucionalização da humilhação, por um lado, e a lógica da retaliação, por outro, parecem tornar impossível ultrapassar as disputas territoriais e reparar as injustiças, fazendo as comunidades e os indivíduos reféns da crença exacerbada na sua própria identidade e dos líderes capazes de manipular essa crença. É sobre este contexto concreto da actualidade e sobre a dimensão opressora daquilo que define a identidade dos indivíduos e das sociedades que este ciclo de programação nos permite reflectir. Manuel Portela

09 a 13/07
Teatro Académico Gil Vicente

Doc TAGV - Ciclo De Ambos os Lados
Por intermédio de diferentes olhares sobre o conflito no Médio Oriente, estes seis filmes documentais dão-nos vivências e testemunhos dos protagonistas directos, numa selecção criteriosa que reúne realizadores israelistas e árabes – Yoav Shamir, Rachid Mashawari, Azza El-Hassan e Avi Mograbi. Jornalistas e cineastas mostram-nos a dificuldade em filmar o conflito de modo a que a ordem das representações não fique prisioneira do próprio conflito.

Programa
09/07, segunda-feira
- Detail (Israel, 2004, 8`) de Avi Mograbi
- Checkpoint (Israel, 2003, 80’) de Yoav Shamir

10/07, terça-feira
- En direct de Palestine (França, 2001, 57’) de Rachid Mashawari
- News Time (França/Palestina, 2001, 59’) de Azza El-Hassan

11/07, quarta-feira
- Happy Birthday, Mr. Mograbi (Israel, 1999, 77`) de Avi Mograbi
- Avenge But One of My Two Eyes (Israel/França 2005, 104`) de Avi Mograbi
Figueira da Foz
08/07, domingo
Maria Bethânia
"Dentro do mar tem rio"
Maria Bethânia dispensa apresentações. Com uma carreira de 42 anos e com mais de 40 álbuns editados, continua a encantar tudo e todos. Vem apresentar o seu novo espectáculo “Dentro do Mar Tem Rio”, inspirado nos seus dois últimos álbuns, “Mar de Sophia” e “Pirata”. Apesar de lançados separadamente, estes dois trabalhos complementam-se. No primeiro, Bethânia parte da poesia de Sophia de Mello Breyner para cantar o mar e os seus símbolos. No segundo, percorre o interior do Brasil, viajando pelo universo folclórico e afectivo das águas.Tendo como pano de fundo os mares e os rios, Bethânia dá vazão às suas memórias e paixões, construindo uma narrativa pontuada pela coerência e simbologia, que nos chega através de músicas verdadeiramente sentidas.

13/07, sexta-feira
Centro de Artes e Espectáculos, às 22:00

No ano em que completa 30 anos, a Companhia Nacional de Bailado apresenta o Programa Primavera, composto por quatro coreografias num programa único: “The Vertiginous Thrill of Exactitude”, de William Forsythe, inspirado no último andamento da Sinfonia nº 9 de Franz Schubert; “Dualidade”, de Gagik Ismailian, que trata da confrontação e emancipação de dois sexos; “Passo Contínuo”, de Mauro Bigonzetti, que se baseia nas vivências profissionais, artísticas e da vida em geral; e “Treze Gestos de um Corpo”, de Olga Roriz, uma peça sobre o reflexo de uma pessoa em frente de dois espelhos paralelos que formam uma multiplicação de imagens até ao infinito.

Guarda
08/07, domingo

TMG

I Festival Internacional de Guitarra

06/07, sexta-feira
Lucio Nuñez [Argentina] - Guitarra Clássica

Lucio Nuñez não é apenas um virtuoso da guitarra. É um dos raros guitarristas do panorama musical contemporâneo, com uma enorme capacidade de transmitir emoção em todos os seus concertos. Lúcio Nuñez nasceu em 1938 na província argentina de Tucumán. Começou os seus estudos musicais ainda jovem, seguindo o percurso do pai, Genarpo, e posteriormente do catalão Ricardo Artigas. Em 1967, uma primeira bolsa de estudos permitiu-lhe efectuar uma digressão pelas diversas cidades do Uruguai. Mais tarde aperfeiçoou os seus estudos com o compositor argentino Angel Lasala. Como pedagogo, é responsável pelo ensino profissional de guitarra na “Escola Provincial Superior de Criação de música” do Uruguai.

07/07, sábado [Espanha] - Paco Javier Jimeno - Guitarra Flamenca
Paco Javier Jimeno é um dos pilares fundamentais da úlima geração de guitarristas flamencos espanhóis. A sua fama é internacional. Participa em numerosos festivais de flamenco e foi já distinguido com numerosos prémios na arte das seis cordas, como o prémio internacional de guitarra no 5º Festival Internacional da Guitarra Flamenca, de Nimes (França), o Prémio da Bienal de Sevilha, o Prémio Borbon Minero do “35º Festival del Cante de las Minas” e o prémio Manolo Huelva do “Concurso Nacional de Arte Flamenco, de Córdoba”.

Castelo Branco
Cine-Teatro Avenida
06/07, sexta-feira
Desfile de Moda Japonesa
Arte do Papel no Japão
Esta iniciativa coincide ainda com a inauguração da exposição “Trajes Japoneses”.
Idanha-a-Nova
09/07, segunda-feira
Centro Cultural Raiano, às 21:30
Teatro “Pax Romana”
Este espectáculo conta com encenação de Nuno Pino Custódio, música de Fernando Mota e interpretação de Alexandre Barata, Pedro Diogo e Sérgio Fernandes.

sexta-feira, 11 de maio de 2007

11 a 19/05 - No Centro da Cultura

Aveiro

12/05, sábado
Teatro Aveirense, às 21:30

Orquestra Filarmonia das Beiras e Coros de Aveiro
Comemorações do Dia do Município 07

13/05, domingo
Teatro Aveirense, às 16:00

Girafes de Xirriquiteula Teatre (Barcelona)
Uma proposta delicada e elegante que nos sugere outra forma de viver a cidade. Duas girafas e a sua cria
deambulam pela cidade acompanhadas por músicos. Espectaculares e apelativas avançam em silêncio, comunicando com o público que delas se abeira e se surpreende. Ao espreitar de forma ingénua e curiosa esta família de girafas, descobrimos uma nova maneira de olhar para os espaços e de com eles comunicar.

18/05, sexta-feira
Teatro Aveirense, às 21:30
19/05, sábado
Teatro Aveirense, às 21:30

Miss Daisy

Passada em meados do século XX, de 1948 a 1973, em Atlanta, no sul dos Estados Unidos, Miss Daisy conta a história de uma senhora judia, Daisy Werthan, e do seu filho, Boolie Werthan. Mas Hoke conquista-a, pacientemente, com a sua dignidade e sentido de humor, e durante os vinte e cincos anos em que decorre a acção geram-se laços profundos de amizade e de compreensão. Pontuando a acção, temos lutas pelos direitos civis nos Estados Unidos, com referencias a Martin Luther King, por exemplo. As personagens tentam perceber e adaptar-se, em termos pessoais e sociais, a um mundo que está a mudar. Miss Daisy é uma análise subtil das tensões raciais e dos preconceitos. Miss Daisy e Hoke chegam a um mútuo respeito baseado na independência, na força de carácter e numa teimosia integridade, que, para lá do seu contexto histórico e cultural, têm um valor universal.

Direcção: Celso Cleto
Interpretação: Eunice Muñoz

Coimbra

12/05, sábado
Estádio Municipal de Coimbra, às 21:30

George Michael
Concerto inaugural da 25 Live Tour na Europa
14 a 16/05
Teatro Académico Gil Vicente, às 21:30

Norman Maclaren no TAGV
Norman McLaren nasceu em Stirling, na Escócia, em 1914. Em 1932 entrou na Escola de Arte de Glasgow, onde realizou os seus primeiros filmes entre 1932 e 1935. A influência de alguns filmes de animação abstracta produzidos nesta época – McLaren refere nomeadamente Émile Cohl, Alexander Alexeieff e Len Lye – será determinante para a sua futura experimentação com a imagem animada. Os seus primeiros filmes abstractos e o filme contra a guerra Hell Unlimited valeram-lhe um convite de John Grierson para trabalhar na Unidade de Cinema dos Correios Britânicos [General Post Office], onde aperfeiçoou a técnica de pintar sobre a película. Depois de alguns filmes encomendados por empresas britânicas, emigrou para os Estados Unidos quando a guerra rebentou em 1939. Foi em Nova Iorque que começou a realizar os seus primeiros filmes abstractos, colaborando com a autora experimental Mary Ellen Bute. Em 1941, de novo por convite de John Grierson, foi trabalhar para o recém-criado National Film Board of Canada, sediado em Otawa. Foi como artista residente do NFB que produziu toda a sua obra. Morreu em 1987. No ciclo «Norman McLaren no TAGV», poderemos ver uma parte significativa da sua extraordinária obra, nos diversos géneros de animação, desde Hen Hop, de 1942, a Narcissus, de 1983: desenho sobre película; animação de desenhos; animação de recortes; animação de objectos; animação de pessoas e animação de som.
Manuel Portela

Viseu

17/05, quinta-feira, às 10:00 e às 15:00
Público-alvo escolar do 1º ciclo
19/05, sábado, às 11:00
Público familiar
no Teatro Viriato
Matrioska - Tiago Guedes
A descoberta de novos significados perante as coisas que nos rodeiam é o tema principal do
dueto, Matrioska.
Este espectáculo de dança está baseado numa narrativa, cuja estrutura é ritmada por sucessivas transformações cenográficas. Matrioska parte da ideia de que existem muitas camadas sobrepostas nas coisas que vemos. Muitas vezes, o que vemos à frente dos nossos olhos não é mais do que uma primeira imagem, a mais imediata de muitas outras que estarão por trás dela.
Esta Matrioska em vez de ser uma grande boneca com outras similares lá dentro é uma espécie de lugar que, devido ao seu dispositivo permite trabalhar dentro, fora, atrás, à frente, escondido e à vista, fazendo com que diferentes camadas da realidade se descubram umas às outras numa espécie de caleidoscópio de imagens e situações.
Matrioska pretende ser um enigma do princípio ao fim, com questões que são levantadas,
umas respondidas, outras não, e que acima de tudo, no final cada um construa a sua história.
Voltado para o público familiar, este espectáculo será também apresentado em algumas sessões para grupos escolares, transmitindo às crianças o prazer da descoberta, o ficar curioso
pelas imagens que se apresentam e pelas suas mutações.

Guarda

11/05, sexta-feira
Teatro Municipal da Guarda, às 21:30

Malgré nous, nous étions là
pela Companhia de Dança Paulo Ribeiro
Lançamo-nos convictos de que deveríamos falar das cumplicidades, das aventuras que a vida e a criação nos têm lançado, das dúvidas, do viver permanentemente em companhia.... E, eu não querendo falar do que é nosso, a Leonor a repetir que quer falar de amor, que está cansada de estar em palco para reflectir as agruras da vida. Fui dizendo que sim sem saber muito bem o que é que realmente queria dizer.... Depois a minha inclinação para o caos e o excesso, fez-me imaginar três duetos com características próprias que coabitariam no tempo mas em espaços diferentes. Depois as condicionantes dos intérpretes partilhados tornaram o sonho a curto prazo impossível. Depois a dúvida que me colava à pele, porque é que estou no palco outra vez, qual é o interesse!?!? o coração quer mas o corpo não acompanha. Depois a Leonor, sempre e sempre positiva e exigente, depois o coração a fazer esquecer o corpo e o nosso dueto a falar sozinho de nós sem imposição de matéria nem de materiais. Acontece porque é assim que deve acontecer!!!!
Depois o Gonçalo M. Tavares, o Bernardo Sassetti, o Paulo Américo, o Nuno Meira, o Albino, a Maria de Assis, o Miguel Honrado, a Lira e nós a percebermos que malgré nous, nous étions là. Agora já não podemos voltar atrás!! Paulo Ribeiro

19/05, sábado
Teatro Muncicipal da Guarda, às 21:30

Projecto Folk Songs: Cinco Cidades
Trio Música
O “Cinco Cidades” é um website (com lançamento em Abril de 2007) com o perfil sonoro de cinco cidades portuguesas (Lisboa, Torres Vedras, Porto, Braga e Guarda) num projecto transdisciplinar com performances do Folk Songs Trio: William Parker, Guillermo E. Brown e Victor Gama.
Folk Songs Trio é uma das mais originais formações de free improv, explorando um terreno fértil entre o free jazz, hip-hop, músicas tradicionais e electrónica. William Parker é considerado por muitos como o maior contra-baixista de sempre na área do jazz de vanguarda, tendo sido membro do núcleo duro da Cecil Taylor Unit, nos anos 80; William Parker (contrabaixo, instrumentos de sopro tibetanos e de corda africanos) combina a sua forte presença performativa às melodias delicadas dos Instrumentos Pangeia de Victor Gama (toha, arha, acrux, kissange) e às percussões electrónicas desconstrutivas e fragmentadas de Guillermo Brown. Iniciado em Nova Iorque, o Folk Songs Trio colabora em parceria com o The Folk Songs Project: Cinco Cidades e a PangeiArt para criar um mapa sonoro online de cinco cidades Portuguesas (Lisboa, Torres Vedras, Porto, Braga e Guarda).

Saiba mais aqui

Covilhã
11 a 19 de Maio
Festival de Cinema da Covilhã

Idanha-a-Nova
Auditório do Centro Cultural Raiano

Extensão do Festival de Cinema da Covilhã

11/05, sexta-feira
21h30 – (Cinema do Mundo)
SINAL DE ALERTA
(Red Road, GB / Dinamarca, 2006, 1h53)
de Andrea Arnold
c/ Kate Dickie, Tony Curran, Martin Compston
Festival de Cannes 2006 – Prémio do Júri ;
Vencedor 7 Prémios da Critica e da Academia Britânica

12/05, sábado

16h00 – (Cinema do Mundo)
LIVRO NEGRO
(Zwartboek, Holanda/ Belgica / GB/ Alemanha, 2006, 2h25)
de Paul Verhoeven
c/ Carice van Houten ... Sebastian Koch Thom Hoffman

18/05, sexta-feira

21h30 – (Cinema do Mundo)
À BEIRA DO PRECIPÍCIO
(Anche libero va bene, Itália, 2006, 1h48)
de Kim Rossi Stuart
c/ Barbora Bobulova, Stefano Busirivici, Alberto Mangiante
Prémio CICAE – Festival de Cannes 2006

19/05, sábado
16h00 – (Cinema do Mundo)
PEQUENAS FLORES VERMELHAS
(Kan shang qu hen mei, China, 2006, 1h32)
de Yuan Zhang
c/ Dong Bowen, Ning Yuanyuan, Chen Manyuan


Castelo Branco

Primavera Musical

18/05, sexta-feira
Cine-Teatro Avenida, às 21:30


Orquestra Sindónica da ESART
Concerto dedicado a Luís Pio

19/05, sábado

Cine-Teatro Avenida, às 21:30
Mário Laginha e Bernardo Sasseti (dois pianos)

Concerto dedicado a Zeca Afonso

quinta-feira, 3 de maio de 2007

03 - 12/05 - No Centro da Cultura

Aveiro
05/05, sábado
Teatro Aveirense, às 21:30
Macbeth de William Shakespeare
A tragédia de “Macbeth” é uma análise política de um golpe de estado e as suas consequências: os defeitos psicológicos e desintegração da personalidade quando entregue às forças malignas, sem esperança de redenção. Mas Macbeth também é um triller com um desenrolar rápido, intenso, cheio de humor e vulnerabilidade no meio de brutalidade e forças de sobrenatural. O que torna Macbeth mais do que um policial melodramático é o processo e a análise das consequências do crime. Mais do que a descoberta do crime é a descoberta do criminoso revelar a si próprio a sua criminalidade (…)” Valerie Braddell - Março 2006
Co-produção: INATEL / Teatro da Trindade e Produções Teatrais Próspero

09/05, quarta-feira
Teatro Aveirense, às 10:30 e às 21:30
Insónia – A Poesia de Pessoa feita Teatro
Texto de Fernando Pessoa pelo Teatro Tejo
Os poemas de Álvaro Campos e Alberto Caeiro (ambos heterónimos de Fernando Pessoa) foram seleccionados e organizados por Cristina Bizarro, que com José Mora Ramos concebeu e interpreta o espectáculo com banda sonora de Pedro Glória. Insónia foi construída em intimidade, quase em segredo, numa cantina desactivada em pleno Jardim Botânico de Lisboa. Fernando Pessoa convivendo com araucárias e criptomérias, dois actores procurando a forma de falar Pessoa. Insónia é o resultado desse processo lento, laborioso, de gestação do acto teatral partindo do acto poético. Porque os actores servem para fazer pontes entre os mundos.

Costa Nova
11 a 13 de Maio
Festival de Yoga na Costa Nova

O Jardim de Lótus organiza um fim de semana em que pode experimentar Kundalini Yoga, com muitas meditações, música e mantras. Imagine ter praia, mar, campismo, massagens, convívio e relaxamento, tudo num ambiente fantástico.
Atreva-se a experimentar!Não é necessário experiência anterior em Yoga ou noutra qualquer filosofia alternativa para usufruir dos efeitos quase imediatos do Kundalini Yoga.
Podem participar nos workshops todas as pessoas, independentemente da idade e condição física. Todos os níveis de praticantes são bem-vindos.Não é necessário participar em todos os workshops pois, apesar de se complementarem, são independentes. Porém, se o fizerem usufruirão de resultados mais intensos.
Os preços e a ficha de inscrição dos workshops estão no site
www.ojardimdelotus.net.
A actividade tem um número limite de inscrições. Inscreva-se o mais brevemente possível.

PROGRAMA
11/05, sexta-feira
19:00 Recepção
20:00 Apresentação das Actividades
21:00 Kundalini Yoga: Relaxar para melhorar o sono
22:30 Recolher

12/05, sábado
prana & apanas
06:30 Sadhana
09:00 Pequeno-almoço
10:30 Kundalini Yoga: Apana
12:30 Almoço
14:30 Workshop de Massagens
16:30 Intervalo
17:00 RespirAndar
18:30 Intervalo e Jantar
21:00 Mantras
22:00 Recolher

13/05, domingo
Maiochakras & corpos
06:30 Sadhana
09:00 Pequeno-almoço
10:30 Kundalini Yoga: Equilibrar os Chakras
12:30 Almoço
14:30 Kundalini Yoga: Os 10 Corpos
16:30 Intervalo
17:00 Sessão de Encerramento
Coimbra
09/05, quarta-feira
Ciclo « A Cor do Som: Recitais TAGV»
José Eduardo Martins
Concerto comentado por José Maria Pedrosa Cardoso
Piano José Eduardo Martins

Programa
Johann Kuhnau (1660-1722)
Sonatas Bíblicas (1700)
1ª Parte
Suonata prima
Il combattimento trà David e Goliath
Suonata seconda
Saul malinconico e trastullato per mezzo della Musica
Suonata quarta
Hiskias agonizzante e risanato
2ª Parte
Suonata terza
Il Marittaggio di Giacomo
Suonata quinta
Gideon Salvatore del Populo d’Israel
Suonata sesta
La Tomba di Giacob

Viseu
04/05, sexta-feira
Teatro Viriato, às 21:30
05/05, sábado
Teatro Viriato, às 21:30
Dança IT’S ONLY A REHEARSAL zero visibility corp.
Enérgico, físico e intenso, It’s only a rehearsal é um dueto de um homem e uma mulher, de umcasal, de dois amantes e duas pessoas. Uma relação cúmplice que é revelada na expressãofísica e não através de cenas ou elementos performativos.É uma história de amor e vingança inspirada na Metamorfose de Ovídeo, a lenda gregana qual Artemisa, a deusa virgem, se vinga de Acteaon, o caçador, por este a ter visto abanhar-se nua. Uma combinação de dança, teatro e texto.Este é um dueto carregado de sensualidade e marcado pelo virtuosismo dos bailarinos,cujos corpos se desmultiplicam numa dança, de influências cruzadas, inspirada no mito deArtemis, a caçadora de veados e Acteon. Deusa da caça, Artemis transforma Acteon numveado depois deste a ter visto nua. Acteon acaba morto pelos seus próprios cães. Comopodemos compensar ou punir aqueles que alcançam ver a nossa nudez?O olhar é uma das questões centrais de It’s only a rehearsal. Aliás, por um lado, o públicorepresenta um papel de voyeur dos detalhes mais íntimos e por outro questiona as limitaçõesdo olhar, sobretudo, quando a intérprete após um longo beijo que dura perto de quatro minutosdiz: “Se ao menos pudesses ver isto”. Qualquer um consegue ver-se a ver, mas não a viver o olhar.
Tondela
06/05, domingo
Teatro Acert, às 17:00

Ensemble cellos
Das aulas para o palco. Assim se resume o percurso das cerca de 25 pessoas que compõem o Ensemble Cellos. Oriundas das turmas de violoncelo da Escola de Música de Perosinho, Academia de Música de Vilar do Paraíso, Escola de Música da Póvoa de Varzim, Conservatório de Música de Fornos e Escola de Música do Grupo Musical de Fiães, contam também com a colaboração dos professores Raquel Ribeiro, João Costa, Ana Cristina Moreira e Ana Catarina Claro.
Com o público pretendem partilhar um repertório onde figuram nomes como Tchaikovsky, Mozart, Haendel, Bach, Boismortier, Gagliardi, Goltermann e Joplin. Estilos diversificados, mas projectados sob o denominador comum de uma sonoridade agradável e intensa.Um trabalho que correspondente ao segundo estágio desta formação que, no ano anterior, se apresentou no Auditório Municipal da Póvoa de Varzim, no Solar do Conde de Resende e no Auditório 2 do Europarque.

12/05, sábado
Teatro Acert, às 15:30
AUTO DO BRANCO DE NEVE - GINO/GINETTE
pelo Na Xina Lua Teatro
Integrado no Projecto PANOS (Palcos Novos, Palavras Novas) da Culturgest NA XINA LUA - grupo de teatro da Escola Secundária de Tondela, apresenta a sua 3ª produção, "AUTO DO BRANCO DE NEVE - GINO/GINETTE" de Armando Silva de Carvalho.
Desta vez, integramos o projecto PANOS (Palcos Novos, Palavras Novas ) da Cultugest que se inspira em Connections, projecto do National Theatre de Londres, para grupos de teatro escolar/ juvenil.
Dos três textos, escritos neste âmbito, escolhemos "Auto do Branco de Neve - Gino/Ginette", de Armando Silva Carvalho. O texto dramático é baseado na história de Gisberta, transsexual assassinada no Porto por um grupo de jovens, em Fevereiro 2006, há pouco mais de um ano.
Gino/Ginette, nascido Gino, é a história de alguém que nasce rapaz, mas que se sente e se comporta como rapariga, por isso busca tratamento cirúrgico. Anseia adaptar a sua aparência ao seu sexo psicológico, procura o caminho que lhe traz maior felicidade. Como transsexual, vive o auge “Amada. Desejada. Cortejada.”.
Este processo de pesquisa teatral conduz-nos à descoberta, à aceitação da diferença e à não descriminação de uma pessoa que apenas quer ser ela mesma. Descobrir o feminino e o masculino em si próprio e no outro. Querer olhar para dentro de cada um e para o outro. Aprender a observar o que nos rodeia.
Na Xina Lua, um grupo de jovens com vontade para assumir este desafio de interpretar personagens em busca de uma orientação sexual.

Guarda
04/05, sexta-feira
Teatro Municipal da Guarda (Sala de Ensaios)
das 10:45 às 13:00 e das 15:00 às 17: 15
“Dançar flamenco: iniciação artística e pedagógica”
Orientada por Rute Batalha
O Flamenco é um estilo musical e um tipo de dança fortemente influenciada pela cultura cigana. A cultura do flamenco é originária da Andaluzia, mas rapidamente se tornou um dos ícones da cultura espanhola. Esta oficina pretende revelar o Flamenco em todas as suas capacidades artísticas e pedagógicas.

05/05, sábado
Teatro Municipal da Guarda, às 21:30
Carmina Burana
Ballet Flamenco de Madrid
Carl Orff (1895-1982) nasceu em Munique (Alemanha), e foi um dos mais destacados compositores do século XX. A sua maior contribuição, para além da composição, foi para a pedagogia da música, ao criar um método de ensino musical baseado na percussão, o instrumental Orff. A cantata “Carmina Burana” é a obra-prima deste compositor alemão, agora interpretada pela primeira vez através da arte do Flamenco, pelo Ballet Flamenco de Madrid. Este é actualmente dirigido por Sara Lezana (directora e coreógrafa), que iniciou o seu trabalho na companhia em 2006, com o espectáculo “Carmen” de Bizet, seguido dos espectáculos “España Baila” e “The Power of Feeling”.

Castelo Branco
05/05, sábado
Concerto Jaques Morelenbaum - Primavera Musical
No âmbito do "Primavera Musical - 13.º Festival Internacional de Música de Castelo Branco", realiza-se dia 05 de Maio, pelas 21h30, no Cine-Teatro Avenida um concerto de Jaques Morelebaum e o Trio Cello Samba. Igualmente inseridos no referido Festival, serão exibidos também no Cine-Teatro Avenida o filme "Cidade de Deus", de Fernando Meireles, no dia 1 de Maio, "Saraband", de Ingmar Bergaman, no dia 8 de Maio e "Amarcord", de Fellini, no dia 15 de Maio, todos com início pelas 21h30.